quarta-feira, 31 de outubro de 2007

E o vencedor de nossa pesquisa é...

Senhoras e senhoras, é com imenso prazer, quase ejaculando no teclado do notebook, que venho informar que o vencedor de nossa pesquisa é Chris Osgood, com 10 votos, seguido pelo Todo Glorioso Barril de Gatorade, com 5 votos e, comendo poeira, Dominik Hahahaha-sek, com 2.

Eu cantei a pedra há alguns meses, não nos ultimos dois post sobre goleiros, mas por aí (talvez aqui mesmo no blog), dizendo que o Dominated tava velho, que não tinha reflexo, que não sei o quê e o resto.

Quando falei de Chris Osgood sendo Isgood e não Wasgood foi pelo simples fato de que em 98, quando precisamos dele e todo mundo duvidava, ele conseguiu levar o time às finais (com alguns frangos e perus) e conquistamos a Stanley Cup.

O "Baby Face" já esquentou muito banco na vida. E, mais uma vez, o bom filho à casa torna. E sua casa é naquele pedacinho azul que tem na frente do gol.

Considerarei os dois votos para Hahahaha-sek um desejo de que ele melhore, em todos os aspectos, e consiga, mais uma vez, a Copa Stanley para nós. Desses dois votos, 1/4 eu até assumo, pela história que tem no Wings, na Liga e no Hockey mundial.

Os votos de protesto, cinco, eu vejo como votos de revolta. "Osgood? Não vou com a cara dele". "Osgood? Frangueiro". "Oswho?". Esses votos - somados ao do nosso camisa 30 -, meus queridos amigos, serão de um cara que vem se mostrando uma promessa para as próximas temporadas. O nome desse cara é James Howard.

Jimmy, o molho de pimenta, não é, ainda, um Hasek (escrito certo por referência aos seus momentos de glória) da vida; um Sawchuck da vida, mas pode vir a ser. Ele não tem pressa. Ele não quer tomar o lugar de ninguém, nem pode, afinal nossos goleiros já têm seus nomes gravados em algumas das linhas do troféu mais difícil de se conquistar neste esporte.

Resta a esperança de que ele jogue bem quando entrar e que continue seu trabalho para ter, quem sabe, sua camisa pendurada na Joe Louis Arena, como o nosso camisa número 1.


zeh.


P.S.: Embora já esperasse por isso, fiquei triste com tão poucos votos. Mas foda-se. Tô nesse blog por amor ao time. Se alguém quiser vir junto, será bem-vindo. Comentando, falando no MSN, Orkut, deixando bilhetes na geladeira de casa ou em ligações para programas de rádio, oferecendo música brega pra empregada de sua casa. GO WINGS!

Macacos me mordam, zeh!

Por essa nem o zeh Ferreira, meu companheiro de blog, esperava. Tãopouco o calouro Cauê Reymond, desde já aclamado como galã da torcida.

Você sabe quem é o jogador em toda a liga com mais minutos jogados em desvantagem numérica sem que o time sofresse gol?

Claro, pra estar aqui é jogador dos Red Wings.

É um defensor.

Não, não é o Nicklas Lidstrom.

Também não é o Chris Chelios.

E nenhum desses outros que você pensou.

O detentor da marca é (pasme!)... Andreas Lilja!

Sem contar o jogo de ontem, Lilja acumulava 36,6 minutos sem sofrer gol em desvantagem numérica, com mais de seis minutos de vantagem para o segundo colocado. Contra os Oilers ele matou mais um minuto inteiro.

Niklas Kronwall e Brian Rafalski também estão entre os 12 melhores.

Forsblergh nos Wings?

Parece notícia velha mas não é.

Essa semana, o pastor Ken Holland demonstrou publicamente interesse em adquirir o sueco Peter Forsberg, após o mesmo anunciar que irá disputar um breve torneio com a seleção sueca como teste para sua última cirurgia no pé direito (e dizem as más linguas que ele testará também o disparador de óleo, as hélices acopladas à cabeça e outros apetrechos dignos de Inspetor Buginganga).

Não é de hoje que os Wings desejam o sue-cão. Antes de ir pros Flyers houve tentativa de trajá-lo com a camisa vermelha, sem sucesso.

Em linhas curtas, o negócio é o seguinte:

1- O Red Wings tem 4mi de cap disponível pra torrar ainda. Ou seja, espaço na "família" não é problema. (1 pró)
2- Estamos com uma pequena sobra de jogadores na linha, inclusive com boas surpresas como Matt Ellis e Aaron Downey que apareceram no time titular com boas contribuições. Apesar das contusões, temos nos virado bem por enquanto. Entrando Forsberg alguém do time terá que sair, já que o sueco seria o capitão da linha 2. (1 contra)

(intermission)

Quem iria para o ralo com a chegada de Forsberg?
Com o roster inteiro saudável (hipoteticamente), Ellis e Downey são bons suplentes. Drake não sairá do time pois ele é um highlander. Os garotos Filppula e Hudler também não, são habilidosos e surpreendentes demais para ficarem de fora. Depois dos playoffs, Franzen e Cleary tem lugar seguro no time. Ou seja, pela votação dos telespectadores, Kopecky, você está fora da casa...

Teriamos provavelmente as seguintes linhas, com 3 e 4 variando:
1- Zetta - Dats - Homer
2- Mula - Foppa - Samuelsan
3- Mandrake - Draper (o goleador) - Cleary
4- Maltby - Filppula - Siri Hudler

(end of intermission)


3- Forsbocop saudável é um grande jogador (1 pró), mas ultimamente tem sofrido seguidamente por avarias. (1 contra)
4- Além de quebrado, ele já bate a casa dos 34 anos (1 contra) (se bem que o Wings tá parecendo centro de reabilitação geriátrica, tamanha intimidade com os idosos). (1 pró)
5- Ele vestiu a camisa dos "Aves". (10 contras)

Esse cap, bem guardadinho, pode ser um trunfo na janela de negociações no meio da temporada. Até lá, nossas carências terão sido reveladas e uma boa contratação pode preparar bem a equipe para os playoffs.

Que o pé biônico de Foppa o dê certeza sobre sua aposentadoria...

Ah sim, meu post de estréia por aqui. Fico muito grato com o convite (na verdade fui obrigado) para colaborar com essa (ainda) pequena mas (sempre) fiel comunidade de torcedores do Red Wings. Ganharam um postador mas perderam um comentador de posts... =P

Cauê

terça-feira, 30 de outubro de 2007

O novo design

Você certamente percebeu a mudança no layout e no design do blog.

A função primordial do Red Wings Brasil é informar aos leitores, então incorporamos ao nosso menu as últimas notícias de três grandes jornais de Detroit: DetNews, Freep e MLive. A atualização é automática, então sempre que visitar o blog você encontrará o que há de mais recente sobre os Red Wings circulando pela imprensa local.

E o melhor: tudo disponível aqui, ou seja, você não precisa mais praticar um tour por todos os outros sites.

Se nós não trouxermos em português as novidades, basta acessar o menu e encontrá-las em inglês, direto na fonte.

Mais abaixo no menu estão nosso arquivo de posts, os links que recomendamos (incluindo excelentes blogs internacionais) e os marcadores, para que você encontre o que quiser dentro de um mesmo tema.

O blog também ganhou um novo logo, com a belíssima bandeira do Brasil de fundo, e novas cores. Trocamos aquela velha pelancuda de 42 anos (não confundir com Dominik Hasek) por essa ninfetinha de 17. Pelo menos é o que acreditamos...

Envie-nos sua opinião! O que você achou do "novo" blog?

E continua a campanha: você quer fazer parte da nossa equipe?

Humberto Fernandes

sábado, 27 de outubro de 2007

Adeus, Igor!

Como já aparecia aqui no blog anteontem, Igor Grigorenko deu adeus ao Detroit Red Wings.

Com o iminente retorno de Dallas Drake, os Red Wings precisavam abrir espaço no elenco para comportá-lo. Porém ultimamente tornou-se impossível dispensar os serviços de Matt Ellis ou Aaron Downey, e visivelmente fora de forma, sem ritmo de jogo e inadaptado ao estilo norte-americano de hóquei, Igor era a escolha mais fácil.

Então ele foi enviado novamente para o Grand-Rapids Griffins e recusou-se a jogar pela equipe, acionando a cláusula em seu contrato que lhe permitia retornar à Rússia no caso de não assegurar uma vaga no elenco pro do Detroit.

E assim foi. Grigorenko despediu-se dos ex-companheiros de equipe ontem, após a vitória acachapante diante do San Jose Sharks.

Os Wings ainda detêm os direitos sobre o jogador e ele pode retornar no ano que vem. Mas a impressão deixada por ele em Detroit e a impressão da equipe que ele leva para a Rússia indicam que não haverá uma segunda vez.

Igor Grigorenko, um dos mais promissores prospectos que os Red Wings já tiveram. Adeus!

Humberto Fernandes

Quer participar do nosso blog?

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Era uma vez...

um goleiro de hockey no gelo que foi considerado por muito tempo como o melhor a atuar na NHL, talvez no mundo.

Se você perguntasse a alguém o nome de um goleiro de hockey, o primeiro a vir a cabeça era o dele, senão o apelido.

Ele foi recrutado para a NHL em 1983, como o 10º a ser escolhodo pelo Chicago Blackhawks no draft daquele ano (foi o 199º jogador a ser recrutado).

Com o passar dos anos, fez sucesso com seu estilo "se joga" para defender sua meta. Dentro da área azul só dava ele, tanto que Dominik Hasek, o Dominator, tem seis troféus Vezina, muitos outros, e garantiu a Stanley Cup para o Detroit Red Wings em 2001-2002.

Dominik Hasek, Dominator, Dom, chamem como quiserem, foi sim, até 2002, o monstro do crease. Foi o melhor goleiro que esteve na liga até bem pouco tempo atrás.

Porém, todos temos um adversário em comim, do qual nunca venceremos por mais que lutemos contra seus ataques impiedosos e indefensáveis. Este adversário, que ninguém jamais derrotará é o tempo. Se o tempo tivesse uma equipe de hockey no gelo, o nome seria Roller Time e o escudo seria uma sepultura.

Se há uma frase que se pode dizer com toda a certeza é: "tudo passa, até uva passa".

E quem passou agora foi o Dominator, carinhosamente apelidado por este que vos escreve de Donirene (Dona Irene, minha mãe), por ser tão amável com as equipes adversárias. Exagero? Não, senhoras e senhores. Não é.

No último jogo, contra o Canucks em Hockeytown, Donirene Hasek defendeu apenas 13 de 15 tacadas. Ué, é muito, não? Não. Sua média esta temporada é de 87,7% de defesas, o que faz dele o 31º na lista dos menos vazados.

Está na hora de ele trocar o "OR" do final do seu apelido para "ED".

Parece que o número de sua camisa é o ano de seu nascimento. Hasek não é mais o Dominator. Hasek agora é o Dominated.

-

Alguns de vocês sabem disso, até já escrevi no blog. Manny Legace é o meu favorito, mas ele amarelou e vamos pra frente.

Quem não tem cão caça com gato. Eu nunca fui fã número 1 do Osgood, mas na falta de opções, hoje, pra mim, ele é o melhor da NHL.

Por ironia do destino, Donirene contundiu-se no jogo passado (ou teria sido temporada passada? ou há 5 anos?) e foi mandado pra algum lugar melhor que o crease ou o banco. O molho de pimenta Jimmy Howard foi chamado pra dar um temperinho nesse time que, sinceramente, metade é novato ou tem, no máximo, duas temporadas.

Os sonhos de ter Giguere no nosso gol morreram quando Ken Holland trouxe esse Fiat 147, ano 65, de volta pro nosso time. Sabe como é: alegria de pobre dura pouco e o sonho virou pesadelo.

Eu vou dividir os votos dados ao Barril de Gatorade na pesquisa pra ver que goleiro deve ter mais inícios de partida nesta temporada entre Osgood e Howard. Primeiro porque o Pimentinha (Jimmy) ninguém, quase, conhece. Segundo porque muitos, como eu, não são fãs do São Osgood. E por último, mas nunca menos importante, quem não votou no Hasek é porque... todo mundo sabe.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Os Red Wings após dez jogos

Que campanha maravilhosa faz o Detroit Red Wings!

Após dez jogos disputados, a equipe lidera a Divisão Central, com sete vitórias e 15 pontos conquistados, o que nos fazer pensar:

a) este time é melhor do que o anterior;
b) vamos fazer bonito este ano de novo.

E você diz que eu estou sonhando; na realidade eu concordo que ainda é muito cedo para comparações deste tipo. Então vamos tratar de fatos concretos.

1) Tomas Kopecky tem se destacado nos jogos, inclusive atuando por diversas noites na segunda linha do time. Foi ele o maior responsável pelo gol de Matt Ellis na vitória sobre o Vancouver Canucks ontem. Ellis, por sua vez, marcou ponto pelo quarto jogo seguido. Veja bem, estamos falando de um jogador que até então seria carta fora do baralho.

2) Se Ellis tem sido um coringa, quando Johan Franzen retornar de contusão (em uma ou duas semanas), alguém vai rodar. Palpites? Igor Grigorenko ou Aaron Downey, com 96,7% de favoritismo para o russo.

3) E se Grigorenko for o escolhido, adeus. O investimento de tanto tempo voltará para a Rússia, onde ele era mais feliz e mais profissional (pense no Ronaldo ex-Fenômeno na Copa do Mundo: gordo e desinteressado).

4) Estão dizendo em Detroit que Datsyuk-Zetterberg-Holmstrom é a melhor linha da NHL. Pra mim é uma das melhores, porque não dá pra afirmar que o nosso trio é melhor ou pior que o do Ottawa Senators (Alfredsson-Spezza-Heatley).

5) Hat trick = três gols;
Gordie Howe hat trick = um gol, um assistência e uma briga;
Tomas Holmstrom hat trick = um gol, uma penalidade por interferência e um gol anulado.

E você, quer fazer parte do blog?

Humberto Fernandes.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Red Wings Brasil, uma história de alguns meses e aliados.

Senhoras e senhores do meu Brasil varonil.

É com um prazer inenarrável que venho aqui tornar público aos senhores leitores que Ted Kulfan (foto), colunista do DetNews.Com (The Detroit News Online), nos permitiu traduzir um de seus artigos, que fala de algo que eu venho reclamando com alguns companheiros das jornadas esportivas: a arbitragem.

Não lembro com quem falava, durante o jogo contra o Anaheim Ducks, dizendo que não é normal que nos primeiros jogos da temporada regular se marquem tantas penalidades. O Red Wings jogou quase que o tempo todo com desvantagem numérica e ainda teve gol anulado. Isso mesmo! Tão roubando até na terra do Tio Sam. Só nossa equipe já teve três gols anulados nesta temporada.

- O QUÊ? TRÊS?!

Sim, pequenos mancebos, três. E, como já disse algumas vezes, a comissão técnica do Detroit tem alguém que lê nosso blog e passa pro Babacoco. Foi assim com Osgood x Hasek x Barril de Gatorade e foi assim na história do enforcer.

E agora, para surpresa geral, até os pensamentos deste que vos escreve estão lendo.

Então, deixemos de conversa fiada e vamos ao que interessa, à coluna de Ted Kulfan(1).

"Os árbitros estão olhando com maus olhos?

Os apitos parecem ser mais ouvidos quando Holmstrom está na frente do gol. (Por Ted Kulfan/ The Detroit News)
.

Se você é fã de conspirações, você deve está louco pelo que está acontecendo a Tomas Holmstrom. Todo mundo sabe como Holmstrom joga, e a força que ele tem perto do gol em power play. Então, isso não é novidade. Holmstrom está na sua 11ª. temporada e construiu sua carreira jogando desse jeito. Mas o jeito que os árbitros o vêm esta temporada tem sido estranho.

Na vitória de sábado (5 a 2) sobre o Phoenix, Holmstrom foi penalizado por interferência no goleiro, enquanto estava em power play, anulando um gol seu pela terceira vez esta temporada. Homer é o líder do time em tempo de penalidades (Penalties In Minutes – PIM). Ele também foi penalizado por elbowing (ombrada) no final do primeiro período daquele jogo, também em power play, o que já está virando costume nesta temporada.

‘Vira e mexe tem sido assim’, disse Homer, depois do jogo de sábado, com a mesma cara triste que está virando corriqueira. ‘Eu tenho que ficar um ou dois pés (30 ou 60cm) mais longe do crease, pra garantir’.

Será que Homer acredita que os árbitros estão prestando mais atenção àqueles que fazem o trabalho sujo na frente do gol adversário?

‘Sim, eu não ficaria surpreso se esse fosse o caso’. Disse ele.

O gol anulado no sábado foi particularmente frustrante para Holmstrom. Os replays mostraram que ele estava disputando espaço com um defensor e bloqueando a visão de Mikael Tellquvist, mas sem interferência nenhuma. Ele não parecia estar no crease de maneira alguma.

‘Fazer o quê?’, disse Homer. ‘É isso mesmo. Não há do que se reclamar. Se é assim que vai ser, então vou ter que ficar mais longe’. O que pode, até, mudar um pouco seu jogo.

‘Um pé (30cm) não deveria ser uma diferença tão grande’, disse ele. ‘Você apanha na frente do gol, é difícil até saber onde você está, os caras vêm e te batem e as tacadas vêm vindo, é muita coisa de uma vez’.

O que assustou o treinador Mike Babcock foi o fato de que, depois, num power play do Coyotes, o atacante Mike York parecia estar dentro do crease, batendo em Hasek. Mas não deram penalidade.

‘Hoje foi triste’, disse Babcock, depois do jogo. ‘É obvio que eles (árbitros) provavelmente fazem uma preleção e pegam no pé de todo mundo. O cara deles (York) estava no crease durante o power play e Homer não estava; nosso jogador foi penalizado e o deles marcou gol. Complicado’.”

É negada... essa temporada tá complicada mesmo pra gente.

Um dos nossos principais jogadores está sendo quase que impedido de jogar do jeito que poucos sabem. O melhor da sua posição está sob aviso. É como se você amarrasse os cadarços das chuteiras de Robinho e mandasse ele pedalar.

PEDALA ROBINHO! Pedala é porra!

Mas é isso.

Esta é um das postagens mais felizes que fiz, comparando à homenagem de Terry Foster, também do DetNews.Com. E temos mais por vir, crianças. A temporada está só começando.

GO WINGS!

zeh.


-

(1) O texto está tal e qual o escrito na coluna de Ted Kulfan. As alteraçoes de paragrafação foram refeitas, pra que se adaptasse à nossa realidade.

Foto do jogo: By Gregory Shamus/Getty Images

-

sábado, 20 de outubro de 2007

O Puck da vez.

Cada dia que passa eu tenho mais certeza que a comissão técnica do Detroit Red Wings tem um brasileiro infiltrado e que esse brasileiro traduz os posts deste blog para o Babacoco. Começou com uma reclamação sobre enforcers, agora sobre o Hasek x Osgood. Mas voltemos aos enforcers.

Quando Franzen quebrou, quem foi chamado foi o Matt Ellis.

Ele não é enforcer, ele não tem experiência na NHL, ele não é batedor e joga na linha quatro. Porém ele fez do seu primeiro gol na liga o GWG do jogo passado. Seis jogos, um gol, uma assistência e + 2. Tudo bem que o gol foi espírita, que nem ele queria fazer, mas, foda-se!

Quando Samuelsson quebrou, quem foi chamado foi Aaron Downey.

Ele é um enforcer, ele tem experiência na NHL, ele é batedor e joga na linha três. Porém fez da sua terceira partida como titular no Red Wings um daqueles momentos que se diz "esse cara tem as bolas pra vestir esta camisa". Três jogos, nenhum gol, nenhuma assistência, 0 em +/-. Mas o que ele fez com Kyle McLaren do Sharks, que tem o dobro do seu tamanho e briga muito também, mostrou que é de enforcer que a gente precisa.

O Red Wings tem playmaker a torto e a direito. Datsyuk, Zetterberg, Hudler, Filppula e eu também colocaria o Lidstrom e Rafalski nessa lista. Mas enforcer? Kopecky não tá fazendo o que sabe, Kronwall bate aqui acolá, Chelios tá velho e Drake queboru o malar, Homer não se encaixa. Maltby não é sombra do que foi, Draper... agora é goleador. Mais que espaço para Downey.

Quem ganhou o jogo passado para nós foi essa personagem, de certa forma, desconhecida. A briga foi uma mensagem para torcedores, companheiros e adversários que o Red Wings, esta temporada, é outro time. Não é mais o Motown Globetrotters do hockey. É um time que está renovando sua cara.

Lembram que eu falei do problema de identidade do time? Que não temos mais ninguém pra dizer o que é o Wings? Como dizíamos: Wings é Sawchuk; Wings é Howe; Wings é Lindsay; Wings é Red Kelly; Wings é Delvecchio; Wings é Yzerman; Wings é Shanahan; Wings é Wizards of Ov; Wings é The Grind Line. Pois é.

Hoje o Wings é Homer; Wings é Zetterberg; Wings é Lidstrom. E por último, mas não menos importante, Wings está sendo Downey, que disse: "eu não quero ver ninguém tomando liberdade com meus companheiros", e que "se for preciso brigar todos os jogos pra segurar a vaga no time, vou brigar".

Com Drake fora pra passar o fim-de-semana com a família e ver, na segunda-feira, o que aconteceu com seu malar, Samuelsson volta sem ninguém ser tirado do time. É mais um ponto positivo para nosso PowerPlay, teoricamente - pois está voltando de contusão - , revesando com Rafalski a posição no point (blue line) com o Lidstrom.

A verdade é que dificilmente o Drake vá pro Grand Rapids. A verdade é que dentro de uma ou duas semanas Franzen volta e Ellis desce. E aí... ou o Drake volta fazendo o que fez nas quatro primeiras partidas (três brigas) ou Downey vai ser, de fato, o início de uma nova cara para o todo glorioso Detroit Red Wings.

Para a partida contra o Coyotes, só alegria. Rafalski não treinou ontem, mas vai jogar. Zetterberg ninguém segura. Datsyuk vai bem. E o time continua jogando com quatro boas linhas.

Go Wings!

zeh.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Está na hora de uma nova campanha?

Depois das nossas ferrenhas campanhas a favor da 4th Line, contra o Marinete, pela morte do Pronger e tantas outras, seria hora de lançarmos mais uma? Sim, porque eu tenho dito que nem todo mundo tem os culhões necessários para defender nosso escudo.

Infelizmente, tem gente que é igual a vinho de uma maneira positiva e outros de uma maneira negativa. Chris Chelios, por exemplo, é um daqueles que o tempo passa, o tempo voa e continua sendo o mesmo defensor sólido de sempre. Dominik Hasek, infelizmente, nesta temporada tem-se mostrado prestes a virar vinagre.

Nossa... eu sou chato, né? Sou não.

Sendo fã número 1 do Manny Legace, tendo dito que ele seria um ótimo goleiro e não tendo errado, rendo-me ao direito da fala, a mim dado pela minha sábia experiência de mandar encher o cu de pedra quem está cagando o pau, para dizer que quem está atrapalhando nossa conquista do Troféu do Presidente é Dominik Hasek. Sim! Ele! O cara que já ganhou um purrilhão de Vezina, uma SC com o Wings e que fechou o gol na temporada passada. Ele mesmo.

Nossa... eu sou chato, né? Sou não.

Eu entendo que na nova NHL defensor é atacante e vice-versa. Eu entendo que o jogo está mais rápido. Eu entendo que a tecnologia da fabricação dos tacos está mais avançada. E entendo que fica mais difícil de enxergar o puck. Eu entendo tudo isso. Mas a diretoria do Red Wings parece que não.

Nossa... eu sou chato, né? Sou não.

Infelizmente, senhoras e senhores, nós nos obrigamos a ficar duas ou mais horas pregados no radinho ou nas transmissões de TV para ver fiascos. Fiascos como o jogo da última sexta-feira, 12 (ou 13) e da última segunda-feira, 15. Fiascos sim. O primeiro, contra o Chicago BlackHawks, levando três gols seguidos, incluindo um do Marinete e o segundo contra o Anaheim Ducks.

Nossa... eu sou chato, né? Sou não.

Comparemos, então alguns números. Talvez não conte tanto, porque há uma diferença grande entre eles, mas há um número que podemos comparar: A Média de Gols Sofridos (GAA): Hasek: 2,94, Osgood: 1,5.

O Detroit Red Wings pode-se dar ao luxo de ter um reserva de luxo? Claro que pode. Todo mundo pode, mesmo porque é Deus quem está jogando de titular (eu sei que é isso que muitos de vocês acham. Até eu já passei por isso, mas já passei dessa fase).

Nossa... eu sou chato, né? Sou não.

Queridos e queridas, esta será mais uma temporada como a anterior. Hasek joga alguns, Osgood cobre o vazio em outros. Só que, não vai ser de 5 em 5, 6 em 6, 7 em 7 jogos. Acostumem-se em ver Chris Osgood muitas vezes no gelo. E não se assustem. Ele vai fazer o que é preciso. Afinal, ele mesmo já ganhou uma SC pra gente.

Hasek, com seus 42 anos não é mais o mesmo. Não é mais, sequer, sombra do que foi quando jogou no Sabres o no Wings em 2002 e, vá lá, temporada passada também.

Se tem um lugar no gelo da nossa equipe que ainda não está definida de cor, mas por histórico, esta posição é no crease. E, não querendo comparar - obviamente - o Baby Face também tem um currículo muito bom.

Eu mesmou sou o primeiro a atirar pedra, sugerindo que Osgood não Isgood, mas Wasgood. E, sinceramente, estou queimando minha língua. É como diz uma frase que vi em algum lugar, não é exatamente isso, mas é como: "Cuidado com a fúria do guerreiro da paz". Este é Osgood. Conformado, mas tentando provar o contrário.

Nossa... eu sou chato, né? Sou não. Sou redondo.

zeh.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Forçar sem enforcer é pior que ir pra forca. Mas dá certo.

A gente dá o maior valor a ficar punhetando, pensando no passado... Ficar enchendo o próprio saco querendo entender porque o Roberto Carlos não correu pra evitar o gol do Henry, porque o Barrichelo deixou o alemão passar... porque a gente não tem mais Kocur, Duchesne, McCarty, Shanny, Lapointe, Pushor e mais uma penca de animal que bateria na própria mãe se a visse com a camisa do Avalixo.

Pois é... essa macacada aí era o que a gente chama de Enforcer. Entram no gelo e armam uma banquinha de distribuição de porrada. Quem passar leva. É de graça. E se mexer com um duzovão, leva duas.

Hoje a gente não tem mais isso, infelizmente. Porém temos jogadores duros (ui!), como Mandrake e Kopecky e Kronwall, que, em uma ou duas temporadas, vão ocupar o lugar e curar a ferida aberta pela aposentadoria e saída dos retromencionados.

A despeito disso, o Wings vem jogando bem. Somos os segundo melhor time da liga. Perdemos um jogo no SO. Tudo bem, foi pro Hawks, eu sei. Mas porra... você pode estar com uma mão boa numa partida de Buraco e o filha da puta do teu lado marcando suas cartas. SO é penalti. Penalti é loteria. E, infelizmente, não temos o ex-deputado João Alves e os Anões do Orçamento pra ganhar toda loteria que entrarmos.

Sabe o que é mais legal? Indiana Zetta Jones e Quasimodo jogaram juntos ontem. O Dynamic Duo, como foram apelidados pela imprensa "detroitense", se dão bem, mas até quando vão jogar juntos? Não sei. Com a volta do Mula as coisas se reorganizam. Eu particularmente acho que é queimar muito cartucho de uma vez.

O Detroit Red Wings, em mais uma temporada (graças ao tio Bowman) vem jogando com
4 linhas enquanto os adversários tem 2, no máximo 3. Cada shift tem gente boa no gelo. Só falta um animal por linha - e que saiba jogar. (Saudade do McCarty e do gol da vitória do Bloodbath. Saudade do McCarty e do golaço - com aço - no Flyers).

A defesa do Wings faz exatamente o que treinador de futebol quer que a defesa dele faça: avança. Joga lá na frente. Lidstrom mete bola na trave. Rafalski idem. Chelios também. E a gente tá com um time tão completo que os defensores podem ir lá na frente (vide gol do Chelios no Oilers).

É o tempo do hockey moderno. É o tempo da velocidade. A negada corre tanto que esquece de bater. Deus abençoe os gordos e os nerdes, pois não correm, batem.

Post vazio, né? É... mas isso é pra que nós entendamos que, por mais que a gente ganhe estrelinhas da tia, não quer dizer que não precisamos fazer provas. E, sinceramente, os diretores desse colégio chamado Hockeytown estão cada vez mais decepcionados com seus alunos. Por que? Porque não há mais desertores. Não há mais os escrotinhos. Não há Luluzinhas nesta turma do Bolinha. E não se engane, os diretores preferem os alunos problemáticos.

Por isso, senhoras e senhores, ou entendemos que o antigo Reformatório Hockeytown agora é um Convento - "as santinhas são as mais safadas" (li isso em algum lugar) e vão foder com todo mundo - ou o mármore do inferno nos espera, porque xingaremos muito, reclamando que a porra desse time não bate nem briga.

Volta BigMac! Tu corre, bate, corre batendo e bate correndo.

zeh.

P.S.: Quando eu estava procurando a imagem para este post, encontrei esta matéria . Acho que ela é clara em dizer o porquê do Reformatório ter virado Convento. Parece que o último dos moicanos, realmente o foi.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Um vazio no ar

A temporada não começou muito bem para o Detroit Red Wings, embora a equipe tenha vencido duas partidas, contra Anaheim Ducks (SO) e Edmonton Oilers, e perdido uma, contra o Chicago Blackhawks (SO).

Mas não é o número de pontos conquistados que preocupa. É o espaço vazio nas dependências da Joe Louis Arena que intriga a imprensa e os próprios jogadores.

Na abertura da temporada, cinco meses depois do último jogo, a revanche contra os Ducks, apenas 17.610 torcedores compareceram, o correspondente a 87,8% da capacidade. Havia 2.456 lugares vazios, o suficiente para acomodar confortavelmente toda a torcida dos Red Wings no Brasil, incluindo o meu espaçoso companheiro de blog.

No jogo seguinte em Detroit o cenário foi ainda pior: 84,3% de lotação.

A torcida dos Red Wings esgotava os ingressos em jogos de temporada regular há 396 jogos, desde 10 de dezembro de 1996. Nos playoffs da última temporada, em nenhum dos nove jogos a Joe Louis Arena esteve com sua lotação máxima, também pela primeira vez em uma década.

Sem torcida e desfalcados: Johan Franzen machucou o joelho logo no segundo jogo da temporada regular e ausentar-se-á (!) por três a quatro semanas. É o primeiro desfalque da equipe. Em seu lugar foi escalado Matt Ellis.

O segundo é Dominik Hasek, mas esse em menor escala. O goleiro defendeu um chute com o joelho no treinamento de ontem e sentiu dores no local. Por precaução cederá seu lugar a Chris Osgood no jogo de hoje contra o Calgary Flames.

A nota positiva vem dos times especiais, que nesta temporada estão em forma. Dos nove gols marcados pela equipe até agora, cinco vieram em vantagem numérica. Os Wings sofreram apenas dois gols dos times especiais adversários, sendo um em shorthanded.

Isso nos faz lembrar do péssimo aproveitamento em vantagem numérica na temporada passada. Que tenha ficado mesmo no passado.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

"O importante é que emoções eu vivi". E o mais importante é ter sobrevivido.

E pra quem tava com saudade de hockey, ontem quase pegou abuso. Rezando pra acabar de novo. Cardíacos não vão agüentar chegar na metade dessa temporada.
Você vê um time que vem dando em todo mundo na PT e qnd chega na TR, amarela. E isso porque os patos vinham de Londres. Sete horas de vôo. Mas parece que eles estão acostumados com migração.

Sinceramente, senhoras e senhores, eu esperava muito mais do time pra esse primeiro jogo, considerando a eliminação na temporada passada. Mas o que vimos? Um "baratinamento" geral. Até o Vovô Mágico de Óz, o ManDrake, brigou. Agora ele já tem 1 ponto comigo. Faltam 999 pra poder considerá-lo útil.

Nosso goleiraço da terceira idade precisa de óculos pra ver os pucks, porque levar 2/15 gols/tacadas... Bota lá um barril de Gatorade. Nossa arma secreta.

E o mais interessante é que, quando não é oito, é oitenta.

Jiri Hudler. Sim meus amigos. Ele! O esquecido! O ovelha negra! O abandonado! Sim! Ele voltou! Segunda linha abrindo o jogo. Quem estava lá? Hudler. Shootout. Zetta e Quasimodo perdem os tiros. Quem marcoi? Hudler. Eu não quer o ser o dono da verdade, mas esse cara é bom.

Todavia, o tampinha Hudler tá com tudo e não tá prosa. Saiu de um scratch longo no PO passado pra segunda linha com o ZettaJones e o Filho do Seu Samuel. Essa vai ser a temporada dele se afirmar como jogador cobiçado.

Alguém já tinha lido isso? Por acaso tá no post de ontem.

Bom, pra frente é que se anda e pra trás é que se olha.

A defesa do Detroit Red Wings... Três defensores se revesando em PP. E deu certo. O time não levou nenhum gol em vantagem numérica e converteu em gol apenas 2 de 11 oportunidades.
Lidstrom, Rafalski e Kronwall. Um saía e o outro ficava. É pra poupar o Chelios? Ele tem boa tacada de longe. Sem falar q nós temos o Homer na frente do gol o tempo todo. Eu não entendi. E eu tenho medo do que eu não entendo.

"Daqui pra frente, tudo vai ser diferente". Principalmente minha pressão arterial.


Go Wings.


zeh.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Hoje começa. É hoje, negada!

Finalmente chegamos ao dia 3 de outubro.
Hoje começa a temporada regular 2007-2008 da NHL. Mais importante que isso, hoje começaa uma temporada que nos vai fazer sorrir, chorar, gritar, vibrar e esculhambar muita gente.

Ontem me perguntaram o que eu acho pra essa temporada. E eu tornarei minha resposta pública para o mundo: muita gente vem forte. Entre essa galera, o Wings.

Não estou falando de Dallas Mandrake, mas de Hudler.
Não estou falando de Rafalski, mas de Kronwall.
Não estou falando de mim, mas de todos nós.
Inclusive desta senhora na foto do post. Dona Irene. Donirene Hasek. Minha progenitora. Uma mulher de 60 anos que poderia torcer Leafs, porque sabe que nunca se deve desistir.
Porém, para o bem geral da nação, ela torce Red Wings (ou Beduínos, como ela diz).

Talvez esse seja o melhor apelido para um time que vem mordido. Atropelando quase todo mundo na pré temporada e com brigas por vagas até a ultima rodada desta.
Segudo o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, Beduíno:
2. que ou o que possui natureza selvagem e brutal.

Após o sucesso - sim, sucesso - da temporada passada, em que ficamos felizmente surpresos e tristemente desapontados com "o triste fim de Policarpo Quaresma".
Porém, jovens mancebos, não se iludam. Esta temporada vai ser a mesma coisa de sempre. Vamos arrastar a temporada regular fácil. President's Trophy já é nosso.
Playoff vai ser a mesma novela de sempre. Com um agravante: seremos favoritos.

Voltando um pouco no texto, Não estou falando de Dallas Mandrake, mas de Hudler. Não estou falando de Rafalski, mas de Kronwall.

O que quero dizer com isso é que Mandrake, a puta véia (desculpa Dudu), vai jogar na terceira linha do time, minha opinião é que um barril de Gatorade, se empurrado por uma velha cega, corre mais que ele. Tem história? Tem. O Ceará também e não consegue sair da segundona do brasileirão.
Todavia, o tampinha Hudler tá com tudo e não tá prosa. Saiu de um scratch longo no PO passado pra segunda linha com o ZettaJones e o Filho do Seu Samuel. Essa vai ser a temporada dele se afirmar como jogador cobiçado.

A questão de Rafalski e Kronwall é simples. Rafalski não é Brendan Shanahan em 97. Rafalski não é Brett Hull ou Dominik Hasek em 2002. Ele não vem pra salvar o time e fazer-nos campeões. Ele vem pra tampar o buraco deixado pelo Schneider. Nada mais que isso. Ele vem pra ser mais um. E acho bom que ele coma muito feijão, porque é um buraco difícil de ser fechado. E tomara que ele entenda que precisa ser melhor que bom.
Por outro lado, Niklas Kronwall sabe que o time sentiu sua falta no final da temporada passada. A defesa Sueca - na verdade, meio time sueco - campeã do mundo fez falta. Kronwall vem com tudo pra essa temporada. Vem pra destruir o que passar pela frente dele. Ele vai fazer diferença nessa temporada.

Além disso, temos:
Franzen - Datsyuk - Homer na linha 1.
Hudler - Zetta - Sammy na linha 2.
Cleary - Filps -Draps na linha 3.
Malts - Kopecky - Drake na linha 4.

Salvo nas linhas 1 e 2, muita coisa pode mudar. Basicamente nosso ataque é esse.

E a defesa dos sonhos:
Lidstrom - Rafalski no par 1.
Kronwall - Lilja (Lebda) no par 2.
Chelios - Lebda (Lilja) no par 3.

Hasek no gol. Osgood e Howard no banco.

Temos Chelios, que fez mais gols na PT do que na carreira toda dele.
Temos Cleary, que fez uma temporada e PO passado bastante bons.
Temos Hasek, que depois do Osgood levar seis gols do Leafs, fez um SO.
Temos Muita gente boa. Sem falar que tem gente muito boa fora, como o Ericsson, Quincey (machucado).
Portanto, não teremos problema pra substituir os quebrados.

Esta temporada promete queridos.
Não se preocupem. President's Trophy é nosso.
No PO é que são elas.

GO WINGS!
zeh.