Contagem regressiva para a Copa.

 Contagem regressiva para a Copa.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Wings em cinco ou em seis. E não depende mais do jogo três.

Meninos e meninas do meu Brasil varonil, a varrida não acontecerá. Podem tirar o cavalinho da chuva e colocar a vassoura de volta no case, porque iremos, na melhor das cagadas, até o jogo cinco.

É claro que eu quero estar errado e a quebrar a cara com essa notícia fatídica e real, até onde entendo de televisão, e ver o Colorido Hajalanche queimando no mármore do inferno já a partir da metade do segundo período do jogo quatro.

- Tio zeh, suas previsões são sempre certeiras. O quê o faz acreditar que não venceremos em quatro jogos?
- É a mídia.

A NBC, que só transimite uns três ou quatro jogos da temporada regular e quase todos (senão todos) dos POs, é quem manda.

Ontem eu estava alegre e satisfeito, embora que com um sono daqueles, ouvindo Ken Kal e Paul Woods na Ticket FM e ouvindo os intervalos intermináveis da partida. A cada parada eu era obrigado a escutar a chamada para a transmissão do jogo 5 entre Colorido Avalixo @ Detroit Red Wings.

Por um momento eu pensei estar dormindo e sonhando que estava acompanhando o jogo quatro (desculpem-me pelo mento, indo, ando, ando... influenciei pelo comentário do Constantino no post passado), e que o Todo Glorioso tivesse perdido o três para os Tartarugas Ninjalanche.

Fato é que nenhuma emissora de televisão cometeria o "erro" de anunciar um "programa" sem a certeza de que fosse acontecer, salvo um evento ao ar livre que pudesse ser atrapalhado pela chuva e, mesmo assim ainda obrigariam que acontecesse.

É muito tempo e dinheiro investidos pra fazer uma vinheta e abrir mão de um espaço a ser comprado no intervalo para por um próprio e errado.

Fato é que, com a vantagem de três jogos, não duvido que Mamãe volte ao gol do Red Wings na próxima partida. Afinal, se é pra perder não vamos sujar o nome do Ozzie.

Fato é que eu quero estar errado.


GO WINGS! Em cinco ou em seis, dependendo do peito que o time tiver pra vencer o quatro.

zeh.

P.S.: Os comentários sobre o jogo eu deixo pros que o viram.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

José Théodore la ra la ra la ra

Joel Quenneville provavelmente não sabia sequer o caminho de casa após os 5-1 de domingo, mas fez questão de deixar claro que José Théodore será o titular do jogo 3, amanhã à noite.

"Jose vai jogar," disse Quenneville. "Ele tem sido o nosso cara. Ele teve uma ótima seqüência para nós e esteve ótimo na primeira série e nós esperamos que ele seja um grande fator adiante na série."

Realmente, Quenneville. Ele tem sido o NOSSO cara, dos Red Wings. Théodore é o segundo melhor atacante do Detroit na série. E apenas para o caso de ele não ter entendido ainda, nós NÃO somos o Minnesota Wild.

Para o deleite dos nossos leitores, os números de Théodore na série:
Oito gols sofridos em 36 chutes, com 51min24s de jogo, o que gera média de 9,41 gols sofridos por jogo e 77,8% de defesas.

Dizem que ele esteve gripado ou com algum mal estar no jogo 1 e que o efeito prosseguiu até o jogo 2. Tudo bem, todo mundo tem o direito de passar mal um dia no ano. Mas se Theodore estava tão mal assim de saúde (reveja os números acima), por que não escalar o goleiro reserva, saudável e cumpridor de seu papel de estepe?

Em relação aos contundidos, felizmente temos que reconhecer que o Colorado está goleando o Detroit. Mas segundo Darren McCarty, Peter Forsberg jogará amanhã. Eu não teria tanta certeza disso.

Estamos velhos, cansados e nervosos.

Sim, jovens mancebos e mancebas do meu Brasil varonil, está na hora de falarmos sério: estamos todos velhos, cansados e nervosos. Se não, ficaremos depois de algumas palavras.

Nós já estamos macacos-velhos nessa história de "cada jogo é uma decisão", "playoff hockey", "quatro vitórias e partir para mais quatro vitórias", enfim: Playoff Hockey.

A última primeira série, contra o Nashville Predators, mostrou uma coisa que eu tinha certeza de que ia acontecer: o Detroit Red Wings respeitou demais o adversário. Talvez pelo trauma causado durante a temporada regular, talvez por ter "tremido nas bases" com a pressão de terem sido campeões, pela milésima vez, do Troféu do Presidente, talvez por, simplesmente, abrirem as pernas pro adversário.

Não pode ser assim. Essa atitude mostrou que temos imensamente grandes talentos enormes, mas também mostrou que não somos um time de boa cabeça, que consegue ver as coisas como realmente devem ser vistas. Nashville Predators? Quem?

O que acho mais interessante é que na série seguinte, até aqui com dois jogos realizados, o Detroit atropelou o Colorado Avalanche, obrigando Joel Quenneville a sacar Jose Theodore, seu goleiro "estrela" do primeiro confronto -- contra o Minnesota Wild --, que mais parecia uma família de tomates atravessando a estrada:

- Olha! - FOOOOOM!
- O quê? -
FOOOOOM!
- Um puck! - FOOOOOM!
- Onde? - FOOOOOM!

Tudo bem, o cara tá gripado. Mas porra! Minha mãe, que não tem nem o segundo grau completo, não me deixa ir para a rua à noite sem casaquinho se estiver frio. Será possível que o médico da organização púrpura de Colorado não sabe que o gelo é frio? Ah! Eles que são roxos que se entendam. Colhamos os louros da estupidez alheia.

Tudo bem, os caras jogaram sem um defensor-chave (Scott Hannan), sem Peter Forsberg, sem Brad Richardson, sem Scott Parker e sem Ryan Smyth, sem Adam Foote, sem Milan Hejduk e sem Joe Sakic (e não me digam que eles jogaram nos jogos passados) e sem goleiro (hehehe).

Parece até que o Avalanche não é nosso arqui-rival, que não tem uma história sangrenta conosco. Parece até que o Avalanche faz o papel dos Nashville Sparings Pedators.

Próximo jogo, dia 29 de abril às 23h, metade dessa galera joga -- e por "metade dessa galera" entendam: Peter Forsberg e Scott Parker.

-

Estamos cansados de pensar nessa história de "jogo fora de casa é mais difícil", "sétimo jogador", "apoio da torcida", enfim: Playoff Hockey.

Não é possível que isso valha à pena ser mencionado no vestiário do Detroit Red Wings. Não é possível que o jogo seis contra o Predators, em Nashville, não sirva de exemplo que aplicação e determinação são tudo o que se precisa para vencer.

Resta saber se o Detroit aprendeu alguma coisa com os vacilos anteriores. Porque eu não estou muito a fim de pensar nos POs de 99 e 2001.

Eu não vou me conformar se acontecer alguma coisa daquele tipo: ganhar as duas em casa e perder quatro seguidas. Simplesmente não vou.

-

Estamos nervosos? Eu estou.

- Por quê, Tio zeh?
- Playoff Hockey!

-

Wings em seis. Ou cinco, dependendo do jogo de terça.

GO WINGS!

zeh.

domingo, 27 de abril de 2008

Quanto mais idiota melhor.

Ainda temos vagas para a estréia do filme que entrará em cartaz na próxima terça-feira, 29, às 23h no Pepsi Center, em Denver - Colorado.

Venham todos, tragam suas famílias, comprei as pipocas e divirtam-se com as trapalhadas de José Theodore e Peter Budaj, estrelando essa magnífica comédia pastelão digna de sessão da tarde.

Mas os atores principais também deixam os coadjuvantes atuarem de forma singular, como o Joe Sakic fazendo o papel de Enceradeira Humana e Cody McLeod mantendo nossa tradição de girar o polvo sobre a cabeça, mas com desenrolar triste e final feliz.

Sim, jovens mancebos e mancebas do meu Brasil varonil, estou falando de Hollywood. Estou falando das estrelas do hockey sobre o gelo fazendo bicos de atores. Estou falando das peripécias e confusões protagonizadas pelo Colorado Avalanche no gelo da Joe Louis Arena. Estou falando da alegria que é ver os animais sendo marcados a ferro quente. Estou falando dos passeios que demos contra um time da liga fraldinha de hockey do estado do Colorado.

Lendo os "X Factors" da NHL para esta série, que prometia ser bem mais que uma comédia como o é, dizia-se que para o Colorado venceria a série "se Jose Theodore fosse sólido no gol". E vimos que não foi, não tem sido nem será. "Nunca Serão".

O que temos visto é um Detroit Red Wings jogando de maneira aberta, franca, despreocupada e, às vezes, irresponsável, mas que tem-se conseguido manter bem no gelo.

Ao contrário do que aconteceu no jogo 1, quando aconteceu o que mais me preocupa nesse time (jogar de salto alto), a vantagem imposta pelos Moranguinhos não fez com que puxassem o freio de mão. Pelo contrário, o Detroit Red Wings meteu uma quinta e apertou o botão do Nitro. Foram 60 minutos intensos, de muita velocidade, trombadas e ultrapassagens perfeitas, que fizeram com que os Uvinhas do Colorado ficassem cada vez mais para trás.

E assim deverá ser por toda a série: Wings a toda e Avalanche correndo atrás do prejuízo, que com Jim Theodore Carrey e Jeff Budaj Daniels no gol é mais que um prejuízo, é a bancarrota.

Portanto, meninos e meninas, preparem seus corações, porque nenhum roteiro de cinema é linear, muito menos numa comédia escrita a cada dia. E lembrem-se, há filmes em que o mocinho morre no final. Mas este não é nosso caso. Nós somos os vilões.

Wings em seis. Ou cinco, dependendo do jogo de terça.


GO WINGS!

zeh.

Fora o baile!

O que vimos ontem não foi um jogo de hóquei, foi um baile, porque cinco a um extrapola as fronteiras da disputa e ganha ares de exibição de gala.

O Detroit humilhou o outro time (não vou citar o nome por questão de educação) assim como Henrik Zetterberg humilhou o grande Joe Sakic quando fez o veterano capitão adversário girar feito enceradeira no gelo, ao assistir o terceiro gol de Johan Franzen.

A Mula. Se fomos proibidos de girar polvos sobre nossas cabeças dentro do gelo, passaremos a encher o solo sagrado da Joe Louis Arena com mulas cearenses — e não estou me referindo ao zeh. Porque Franzen, a Mula, é a herói máximo de Hockeytown na manhã deste domingo.

Se eu tivesse um boné ontem teria jogado ao chão em homenagem a Franzen, que seis anos depois de Darren McCarty protagonizou um hat trick contra aquele mesmo time.

McCarty que derrubou as luvas pela primeira vez em seu retorno ao Detroit e soube controlar suas emoções, precavendo-se para não conceder penalidades idiotas aos idiotas. Talvez por isso Cody McLeod, o imbecil que girou um polvo e o atirou para fora do gelo — assim como Al Octopus foi proibido de fazê-lo — não tenha recebido seu castigo na forma mais violenta, embora seja difícil imaginar algo pior do que ser surrado e humilhado por 5-1 com déficit de dois jogos na série.

Mas vamos nos lembrar dos playoffs de 1999. Vocês sabem por quê.

E que a dificuldade na transição entre 2-0 em Detroit e 2-2 em Nashville sirva como exemplo para a tomada de Denver.

Aliás, contra o Nashville foi muito mais difícil...

sábado, 26 de abril de 2008

Embalos de sábado à tarde.

Queridos jovens mancebos e mancebas do meu Brasil varonil, enquanto escrevo este recadinho do coração para vocês escuto Take Five, uma das peças mais maravilhosas já compostas por um jazzista norte-americano branco (Paul Desmond), interpretada pelo Quarteto Fantástico: encabeçado por Dave Brubeck no piano, cuja história de vida daira roteiro de cinema, Paul Desmond no sax, Eugene Wright no baixo e Joe Morello na bateria, fazendo um dos solos mais transcedentais da historiografia da música mundial.

- Tio zeh, pra quê tanta informação inútil?
- Pequenos, nenhuma informação é inútil. O conhecimento é a base para a vida.

Portanto, ao falar dessa música com métrica de cinco tempos (por oito contra-tempos) estou introduzindo uma peleja tão complicada quanto. Não tão complicada quanto a vida de Dave Brubeck, que não lia partituras e não gostava dos métodos de ensino e quase foi expulso da escola por isso. Dave era soldado do exército e serviu quatro anos. Um belo dia ele estava numa daquelas tavernas onde as freiras e voluntárias tocavam música para os combatenteses. Foi no dia que a pianista faltou. Então, quando perguntaram se alguem na platéia sabia tocar piano, ele se prontificou a ir ao palco e foi proibido de ir ao front com seu pelotão para ficar entretendo os outros soldados com sua música.

Ao falar deste clássico, senhoras e senhores, estou introduzindo o solo de Joe Morello. Um solo que varia de 5/8 pra 8/5 e você não percebe.

Ao falar deste clássico, meninos e meninas, estou dizendo que a partida de hoje, pautada em toda a história desses dois esquadrões, será uma exibição de alguns dos melhores atores que já atuaram em suas respectivas qualidades.

Teremos Steven Lidstrom Seagal na defesa do Detroit Red Wings, como o mestre da calma e concentração para fazer coisas impossíveis e Rambo Foote na defesa do Colorado Avalanche, dada sua garra e instinto selvagem.

Teremos Alfred Lilja Hitchcock na defensa do Detroit Red Wings, como o mestre dos filmes de suspense, e Joe L. Jackson Sakic no ataque do Colorado Avalanche, dada sua capacidade de atuar muito melhor em thrillers que em comédias.

E, mais importante, teremos Johan Spencer Franzen e Terence Holmstrom Hill, os astros de "Eles Me Chamam Trinity", na frente do gol de Jim Theodore Carrey e Jeff Budaj Daniels, astros(?) de "Debi & Loide".

Hoje o jogo é de Hollywood.

"Bring your children. We have entertainment for all the family".


zeh.

GO WINGS!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Wings na frente: 4-3!

Foi como esperávamos. Um jogo em ritmo taquicárdico, onde os 20 minutos iniciais nos mostraram um Red Wings envolvente e compenetrado. Usando e abusando de seus principais predicativos. E onde o restante do embate nos forneceu agônicas doses de emoções, culminando com um semi-milagre de Osgood já nos segundos finais.

Muitos torcedores neutros desejavam ver Jacques-Yves Cousteau (AKA Peter Flopsberg) em ação. Mas o famoso mergulhador teve um de seus muitos desgarros(?) na virilha durante as brincadeiras matinais do Analanche e ficou de fora do prélio.

Quem achava que a magia estaria ausente devido ao infortúnio de Floppa se enganou. Outro sueco derramou classe, sacrifício e urgência no gelo da JLA. Johan Franzen teve uma atuação notável!

Primeiro a mula costurou adversários na zona neutra e forneceu o gol da virada para Cleary - um tento, devo dizer, espírita. Mais tarde ele se encarregaria de ampliar nossa vantagem com um gol que carregou o selo(?) da mula. Uma redirecionada(?) clássica após bomba de Kronwall, durante uma VN.

Ao terminar o 1º período ficou a sensação que os Avs saíram no lucro com o 1-3. A justiça foi feita quando o capitão do time que tem um pé-grande na manga da camisa vacilou nas bordas. Quem aproveitou foi a mula, que mandou de 1ª após passe inspirado de Valtteri Filppula. Naquele momento a coisa parecia mais fácil do que contra os Preds. Era uma massacre. La dulce vita(?).

Joel Quenneville então sacou Zé Theodoro, que após ótimas atuações frente ao Minnesota Wild, se comportava(?) mal no gelo. Mais tarde viriam desculpas que o goleiro estava atuando no sacrifício. Até mesmo os atletas dos Avs na coletiva pos-jogo afirmaram não saber de nada. O fato é que Budaj herdou o lugar do Zé e não foi vazado no prélio.

E partir daquele momento a coisa desandou. Começando com um erro crasso de Chelios, que Osgood soube neutralizar. O mesmo Osgood pouco depois aceitou um disco defensável, vindo do linha azul com nome de cadela poodle, Liles. Era o começo da agonia. A 2ª metade do período foi um sofrimento ímpar. Osgood ainda fez algumas defesas de alto grau de dificuldade, mais pouco pode fazer quando o trio Milan Hejduk, Paul Stastny e Ryan Smyth bagunçou o setor defensivo dos Wings, recolocando os recolocados de volta na partida.

O período final foi o único equilibrado do cortejo. Mesmo assim ficará na memória a intervenção do nosso arqueiro quando restavam apenas oito segundos de jogo. Liles tinha tudo para mandar o jogo para a prorrogação e os torcedores dos Wings pra UTI, mas o goleiro vermelho evitou essas duas tragédias.

Para desespero dos analistas da Versus, da torcida especializada(?) em videogames e do pasquim Brokeback Mountain News, Detroit saiu na frente em uma série que tem tudo para ser cruelmente dramática até o final. Sem sangue, mas intensamente disputada.

Bônus Tracks:

- Nos passos de Lilja: Apesar do domínio inicial, quem saiu na frente foram os recolocados. Com o nocivo Lilja mais perdido que filho de prostituta no dia dos pais ao tentar tirar o disco de Ryan Smithy atrás da meta dos Wings, o canadense serviu Paul Stastny que facilmente venceu nosso goleiro. No lugar de Brad Stuart - que, inexplicavelmente, preferiu acompanhar o nascimento de seu filho ao jogo 1 contras os Avs -, Lilja também foi o responsável por 2/3 das penalidades que cometemos no embate.

-Fomos disciplinados ao extremo, cedendo apenas três vantagens numéricas aos Avs. E passamos longe da frouxidão(?). Claramente dominamos fisicamente os Avs, principalmente com os trancos certeiros e potentes do Konstantinov nórdico, Niklas Kronwall.

- Um franco-canadense com histórico Habitant sendo devidamente empalado pela ofensiva vermelha? Praticamente uma continuação do massacre ocorrido no jogo 7 da final do oeste em 2002. Infelizmente Theodore saiu após sofrer o quarto tento.

- O polaco Wojtek Wolski provavelmente está fora da série contra os Wings. O que é ótimo. Theodore deve reaparecer no jogo 2 e Jacques-Yves Cousteau ainda é dúvida.

(N. de DRW-BR!:Esse post(?) deveria estar sendo confeccionado pela linha fundadora do Blog, mas compromissos inadiáveis do trio de ouro acabaram por deixar para o mais novo integrante do nosso plantel de personalidades, a incumbência de não deixar o prélio passar inadvertido.)



quinta-feira, 24 de abril de 2008

LIBEREM AL PARA OS PLAYOFFS!

Bom, todo mundo já deve estar sabendo que essa imagem ao lado, se repetida, custará US$ 10.000,00. Não a foto, mas a ação.

Al Sobotka, gerente geral da Joe Louis Arena, está proibido fazer o tradicional giro do polvo sobre sua cabeça. A Liga estipulou uma multa de 10 mil dólares para cada vez que isso acontecer.

Para resolver esse problema, teremos 2 saídas:

1. Pagar essa merreca e continuar com a tradição;
2. Clicar AQUI e assinar a petição de anulação desta censura idiota.

Eu já assinei? E você?

GO WINGS!

Embalos de quinta à noite.

Era uma vez um rato, um gato e um cachorro.

Quando o rato sentiu fome e saiu em busca de alimento, a primeira coisa que encontrou foi um pedaço de queijo. Acontece que o queijo era do último pedaço da pizza de mussarela do gato. O gato não gostou e, desde então, odeia o rato. Isso tornou-se genético e eles não se dão bem até hoje.

Então, um dia, quando o rato tentava sair de casa para passear no jardim, o gato tentou pegá-lo e o cachorro viu. O cachorro não gostou e, desde então, odeia o gato. Isso tornou-se genético e eles não se dão bem até hoje.

Moral da história? Algumas coisas simplesmente não têm porquê para serem como são.


Todavia, há uma outra historinha que tem uma outra moral:

Era uma vez os melhores times de hockey no gelo da década de 90: o Detroit Red Wings, com sua famosa máfia russa (com cinco jogadores da ex-União Soviética na linha), e o Colorado Avalanche, com sua trupe de bad boys que jogava hockey muito bem.

Em 1996, no início da final da conferência, Slava Kozlov - um dos nossos cinco OVs - mandou um hit em Adam Foote. Esse hit pode ser traduzido em tentar fazer fogo num acampamento; aquele negócio de ficar girando o pauzinho e tal e coisa.

Como revanche, Claude Lemieux acertou Kris Draper pelas costas, jogando-o contra a porta aberta do banco, quebrando seu nariz, fraturando sua mandíbula e mostrando que aquela seria uma das maiores fogueiras da história do hockey.

Perdemos a série.

Quase um ano depois, no dia 26 de março de 1997 (primeira vez que Claude Lemieux (o gato) pisa novamente na Joe Louis Arena, depois da tentativa de assassinar Kris Draper (o rato)) acontece o jogo épico que poderia ser transformado em filme facilmente.

O gato, naquela noite, não fez nada contra o rato, mas Darren McCarty (o cachorro) tem memória e foi à caça do inimigo. Banho de sangue.

E, o resultado da partida? Detroit 6 x 5 Colorado, na prorrogação, com um gol de Darren PitBull McCarty, o herói daquela noite, que chama este jogo de "sua melhor lembrança".

Moral da história? Algumas coisas simplesmente têm porquê para serem como são.


Embora sem muitos dos jogadores que participaram dos shows proporcionados pelos dois times na segunda metade da década de 90 até 2002 (como a lavada de 7 a 0 do Detroit Dream Wings daquela temporada - com direito a seis gols em Patrick Roy), alguns ainda estarão no gelo nesta série.

Do lado deles: Joe Sakic, Peter Forsberg e Adam Foote (que voltaram esta temporada), Milan Hejduk e Scott Parker.

Do nosso lado: Kris Draper, Darren McCarty, Kirk Maltby (fora do início do confronto por contusão), Thomas Holmstrom, Niklas Lidstrom, Pavel Datsyuk, Chris Chelios, Chris Osgood, Dominik Hasek.

Porém, no dia 18 de fevereiro de 2008, Ian Laperriere (o gato) pegou Niklas Lidstrom (o rato) de jeito e o fez perder três semanas de jogos - algo inédito em sua carreira (perder jogos por contusão).

Naquela mesma noite, Aaron Downey (o cachorro) foi atrás de Ian Laperriere e, com isso, pode ter reacendido a chama da fogueira que, dadas as baixas nos times, estava quase apagada.

- Tá, mas onde o senhor quer chegar, tio zeh?
- O quê estou querendo dizer, pimpolhos, é que a rivalidade existe, mas está latente.

Os rivais não são os jogadores, são as equipes. É o Fla-Flu que o Cauê escreveu. É a história. É a tradição.

Rivalidade contra Nashville? Só se for pra saber quem faz churrasco e toca banjo melhor. Isso não existe.

De todos os nossos maiores desfalques, o maior não estará jogando: Al Sobotka, o gerente de operações da JLA, não poderá girar o polvo sobre a cabeça.

Grande coisa. A paixão guia essa torcida e esse time.

E não duvidem se virmos Sr. Al girando o polvo como uma hélice de helicóptero.

E não duvidem se virmos cabeças rolando.

Se for o caso, acabem seus namoros, separem de suas esposas ou maridos.

Essa série vai ser uma final de conferência.


Wings em 6.

zeh.


P.S.: É disso que estou falando:



quarta-feira, 23 de abril de 2008

Fla x Flu de gringo

Serão eles mesmos. O combate que muitos esperavam nas quartas-de-final da conferência foi adiado por 1 série mas não pode ser evitado. E todas as conversas, as lembranças, as discussões e provocações entre os torcedores do todo poderoso Detroit Red Wings e os torcedores do Colorido Pagalanche.

É bem verdade que a rivalidade, atualmente, não é nem sombra do que um dia já foi. Para os afortunados que assistiram (mesmo que os highlights) de um dos jogos mais famosos da história do esporte (se não O MAIS famoso), onde o nervosismo era visível, onde a tensão era palpável e onde a vontade era o que mais importava, sabe bem a diferença de outrora para hoje.

Mesmo assim, a quantidade de detalhes que apimenta as semi-finais de conferência a serem iniciadas na próxima quinta-feira são demais para serem ignoradas.

1- O Detroit nessa temporada varreu os Coloridos na temporada regular. Quer mais? Dos 4 jogos, 3 foram Shutouts. Quer mais? Os 2 jogos em Colorado foram SO's (1x0 e 2x0). Não sei vocês mas eu não gosto de ser varrido por um time na temporada regular. Eu não gostei do perreio que o time levou dos Blackhawks esse ano, e olha que eles nem nos varreram. Imagino que haja algo na garganta do pessoal do Colorado por causa disso.

2- O time de Colorado fez um bom trabalho da época de trocas, trazendo alguns reforços que tem se mostrado úteis até o momento. O curioso é que 2 deles fizeram parte, justamente, do período de maior animosidade entre os times. São eles o sueco-bibelô Peter Forsberg e o casca-grossa Adam Foote. Para a sorte dos pagadores de lanche, Forsberg tem se mostrado durável acima do esperado (e mantido a mesma qualidade, vide os jogos contra o Wild).

3- Se eles se reforçaram com pesos das antigas, nosso time não ficou atrás. Trouxe o semi-deus Darren McCarty de volta. Coincidência? Talvez. O fato é que até hoje McCarty é muito querido entre a torcida alvirubra justamente pelos feitos contra o rival.

4- Perguntados os torcedores do Avalanche qual time preferiam enfrentar na segunda rodada dos PO's em uma enquete no site do Denver Post, quase 70% responderam que preferiam o todo poderoso Detroit Red Wings. Em uma contagem bem menos precisa, nossos leitores também preferiam os Avalixos ao complicado time do Flames. Ou seja, todo mundo queria esse embate.

Será essa a ocasião perfeita para a velha rivalidade ser renovada? O último encontro em playoffs foi (para nossa boa recordação) na temporada 2002, na final da conferência.

Que o time jogue com tanta gana quando o esquadrão de 2002 e que o resultado seja o mesmo daquela temporada. SC de volta pra casa!

terça-feira, 22 de abril de 2008

Licencinha pro madruguinha

Interrompemos nossa programação de playoffs para comunicar que James Norris foi anunciado como finalista do Troféu Lidstrom concedido ao melhor defensor.

Não, quer dizer, Nicklas Lidstrom foi anunciado como finalista do Troféu Norris.

Lidstrom venceu o Troféu cinco vezes nos últimos seis anos. O capitão completa 38 anos na próxima semana e perdeu seis jogos na temporada, algo praticamente inédito em sua longa e gloriosa carreira.

Os concorrentes são Dion Phaneuf, do Calgary Flames, e Zdeno Chara, do Boston Bruins.

Sexto Troféu a caminho.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Correndo

Mais preparados estarão os Red Wings a partir da segunda rodada, graças ao Nashville Predators, seu esforço incessante e sua torcida barulhenta, que fizeram o Detroit reviver experiências de playoffs passados.

Se os Wings não jogam ligados em 220V por 60 minutos seguidos, os adversários jogam; se a Joe Louis Arena parece um velório tamanho o silêncio, o ambiente na casa dos inimigos é sempre hostil; e se você não mata o adversário, ele pode ter sua chance.

O balanço da primeira rodada é positivo não só porque vencemos, mas porque ganhamos alguns dias de descanso evitando o jogo 7, não perdemos ninguém por contusão e ainda os jogadores que estiveram machucados recuperaram o ritmo de jogo.

Os Wings ganharam a dúvida no gol: Dominik Hasek ou Chris Osgood? Ganharam um reserva vencedor de seis Troféus Vezina e um titular seguro e confiante.

Com Dan Ellis aprendemos que não adianta chutar no peito do goleiro, porque o disco não vai passar. Não é preciso chutar 50 vezes de qualquer jeito, basta um chute certeiro para marcar um gol ou um atacante preparado para aproveitar o rebote.

E até a doce lembrança da Copa Stanley de 2002, no taco de Nicklas Lidstrom e outro gol do meio do gelo. Pelé não fez nenhum, Lidstrom fez dois.

Calgary. Problemas: Jarome Iginla, Miikka Kiprusoff, Dion Phaneuf e a torcida dos Flames.
Colorado. Problemas: Peter Forsberg, Joe Sakic, Adam Foote e um ataque profundo.

Aposto no Calgary. Prefiro o Colorado.

E encerro com um texto de autor desconhecido.

Toda manhã na África uma gazela acorda.
Ela sabe que deverá correr mais rápido
do que o leão ou morrerá.

Toda manhã na África um leão acorda.
Ele sabe que deverá correr mais rápido do que a
gazela ou morrerá de fome.

Quando o sol surge não importa se você é
leão ou gazela.
É melhor que comece a correr.

Doce sabor da redenção.


Num joguinho amarrado, jovens mancebos e mancebas do meu Brasil varonil, o Todo Glorioso confirmou os números que disse: 4 a 2 na série contra o Nashville Predators.

Foi um jogo chato, concordo. Não jogaram trapping, concordo. Filppula não passou giz no taco, concordo. Mas foda-se! Vencemos a série e estamos esperando Colorido Hajalance ou Caga-lhe Flames.

O jogo de hoje mostrou que um pouco de aplicação tática, garra e cagada resolvem qualquer parada.

O que falar mais sobre isso? Nossos analistas sérios farão isso.

Pelo menos agora temos um goleiro. São Osgood.

Go Wings.

zeh.

domingo, 20 de abril de 2008

Deus abençoe Sun Tzu.


Hoje é o dia da redenção. O dia de mostrar ao mundo a quê viemos. O dia de provar por quê somos Hockeytown.

O jogo de hoje me faz sonhar com algo que o Detroit Red Wings não faz há muito tempo. Talvez desde a Stanley Cup de 2002, no baile frente ao Carolina Hurricanes no jogo 4, jogando um jogo que não é o nosso, mas que podemos desempenhar muitíssimo bem. Eles vêm dançando break e nós poderíamos chamá-los para uma valsa.

O jogo 6 da primeira rodada dos playoffs me dá ganas de assustar o adversário, de mostrar pra eles que não somos camicases, mas áses vermelhos voando num céu de brigadeiro, onde todos os tiros podem ser vistos e desviados.

Será um sobrevôo das Asas Vermelhas sobre a caixa de areia de Nashville e as bombas, desta vez, não serão lançadas de grandes altitudes, mas em vôos rasantes, com grande precisão. Napalms disparados do slot e Tomahawks da blueline.

O plano para a batalha de hoje deverá ser executado em três etapas:
1. Estudo dos movimentos do inimigo e reconhecimento da área;
2. Sobrevôo de advertência;
3. Ataque.

Porém, alguns dos nossos soldados têm uma missão paralela: deter o ataque do inimigo, por terra ou por ar, indo para o front; saindo das barricadas e enfiando baionetas nos seus corações, fazendo sangrar até seu último suspiro.

Os bastardos vêm sem nada a perder. Não estão preocupados em perder contingente. Disso nosso pelotão e esquadra deverão estar cientes; mais importante, saberem que são capazes de derrotá-los.

Vamos, Asas Vermelhas. Somos áses. Façamos como os melhores da segunda guerra mundial. Bailemos nos ares com os inimigos e abatamo-os pelas costas, num ataque avisado. Não seremos covardes.

Com isso voltaremos para nossa terra natal com a glória de ter vencido uma das quatro batalhas que enfrentaremos nesta guerra até a Copa Stanley.

Go Wings!

sábado, 19 de abril de 2008

Palavras sobre o jogo 5

Finalmente o Detroit mostrou a determinação que nós gostamos de ver no gelo. A equipe controlou o jogo como quis e poderia ter vencido tranqüilamente, não fossem tantas boas oportunidades de gol desperdiçadas.

Dan Ellis fez mais de 50 defesas, porém em mais da metade o disco simplesmente o acertou, eram chutes de longa distância ou mal desferidos. Mas é melhor chutar muito, mesmo que mal, do que não chutar.

Chris Osgood fez uma boa partida, mas não fez nada demais também. O Detroit fez uma boa partida defensiva e Osgood não foi ameaçado. É possível contar nos dedos de uma das mãos o número de intervenções decisivas do goleiro.

E aí entra aquilo que nós sempre pedimos: o goleiro não precisa roubar o jogo pra nós, ele precisa não entregar. Dominik Hasek, que tantos jogos já roubou, vinha entregando. Osgood não.

O Detroit tem erros a corrigir para o jogo 6. O principal é a forma de atacar, para que com 50 chutes se consiga mais de dois gols.

Destaques positivos: os autores dos gols, Valtteri Filppula e Johan Franzen, o defensor Niklas Kronwall e a linha 4, formada por Darren McCarty, Darren Helm e Dallas Drake.

Destaques negativos: Henrik Zetterberg e a passividade da equipe ao receber uma infinidade de trancos e nunca revidar.

Vamos para o jogo 6, onde o Nashville dará adeus aos playoffs.

Prevalecemos.


Queridos jovens mancebos e mancebas do meu Brasil varonil, prevalecemos.

Uma enxurrada de tacadas não adianta para marcarmos gols contra o Predators.
Eu já disse isso. Quantos rebotes foram perdidos no jogo de hoje? Perderam as contas? Eu também. Não dá pa entender isso.

Eu já contava com o Shut Out do Ozzy e o GWG do A.K.A. Amarelão, mas nem tudo são rosas.

Todavia, numa jogada inesperada, com 1'49" da primeira e única prorrogação, Niklas Kronwall mete um passe daqueles pro Romário, digo Franzen, na banheira que marca o gol da vitória.

E é isso que interessa.

Red Wings 3 a 2 na série. A uma vitória do próximo confronto. E essa vitória vai sair no domingo, a partir das 16h.


GO WINGS!!!

zeh.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Prevaleceremos!

Seres superiores amigos torcedores do melhor time de hóquei de que se tem notícia. Hoje é o dia D. Hoje é a data em que o impávido colosso Detroit Red Wings finalmente desembarcará nos mares revoltos dos playoffs. Nos despediremos da morosidade apresentada na pré-pós-temporada e iniciaremos nossa varrida sobre os Predators em uma quase exclusiva "melhor de três".

Apesar de nossa superlativa superioridade, tudo aponta para um embate desafiador. Eles possuem armas maléficas de intimidação. Eles não hesitarão em atingir nossos jogadores. Assim como Jordin Tootoo o fez, pisando em Kris Draper no jogo 4. E com esse tipo de indivíduos, não existe a possibilidade de diálogo. Então que a malícia invada parte de coração de cada um dos homens de vermelho.

Mas não enfrentaremos apenas os traquineiros Predators hoje. Oh, não!

Atrás daquele uniforme nauseantemente mostarda do time de Nashville, estará a vestimenta dos invejosos, o logo dos infames, as cores dos periféricos da rusticidade de espírito. Sim, 29 times e seus respectivos torcedores estarão contra os Wings hoje à noite. Desejam nossa desgraça. Sonham com a queda do gigante. Devaneiam insensatamente um cenário onde nosso esquadrão está na lona, enquanto os homens de listras verticais negras e brancas contam até dez. Se pudessem, violentariam nossas mulheres, chutariam nossos cães e saqueariam nossos lares de tanto ciúme de nossas conquistas e logros.

Para que isso não aconteça, nossa excelência defensiva deverá reaparecer e nos guiar. Não existe na NHL uma linha azul como a nossa. E hoje é um bom dia para mostrar o por que não há uma igual.

E que na outra extremidade do gelo que o virtuoso Datsyuk, o polivalente Zetterberg, o mestre da pequeníssima área, Tomas Holmstrom, o gladiador das bordas Dallas Drake, o equus mulus Franzen decidam. Com isso, aliado a consciência que um apagão de 10 segundos é o bastante para uma tragédia épica, só restará aos vis, limitados e de existência diminutiva, Nashville Predators, a dor da derrota.

A partida de hoje será também um teste de caráter. Não apenas para os que estarão com a camisa dos Wings no gelo da JLA. Será também uma prova de nosso caráter, como torcedores.

Se esperas uma derrota para fazer uso daquela hedionda expressão "eu já sabia", evite passar essa carga negativa à nossa esquadra logo mais. Desligue o computador, coloque um CD do Radiohead enquanto folheia a última edição de Marie Claire (?). Deixe que os que acreditam, cerrem os punhos quando os gols dos Wings forem saindo; para cada defesa de Osgood - guiado por Terry Sawchuk de um lugar melhor que esse.

Hoje é um grande dia para começar nossa busca pela 11ª copa. Hoje o ídolo fiel e solidário Steve Yzerman estará na torcida, confiante. Estarei do lado dele. E você?

Helm no jogo 5

Mike Babcock confirmou a escalação de Darren Helm no lugar de Mark Hartigan para o jogo de logo mais.

O calouro Helm será o central da quarta linha, ao lado de Darren McCarty e Dallas Drake.

Como eu interpreto a notícia acima? Ainda não foi desta vez, Aaron Downey!

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

No último dia 10 de abril, que coincidentemente foi o primeiro jogo dos PlayOffs 2007-08, o blog Red Wings Brasil completou seu primeiro ano de vida.

Infelizmente nós, os pais, como a maioria dos pais, esquecemos da data. E como é um filho sem mãe, ninguém nos lembrou.

Portanto, ficam aqui os votos daquele que plantou a sementinha no útero da internet e que, junto dos pais-agregados, leva um pouco mais de informação sobre o Todo Glorioso Detroit Red Wings ao conforto de suas casas.

GO WINGS! GO RWB!

zeh.

Tootoo pisa nos Wings

Extraído do blog On the Wings, o pisão de Jordin Tootoo em Kris Draper:



"Tão intencional quanto Simon? Não. Tão perigoso quanto Pronger? Sim. Vai surgir alguma coisa disso? Nós veremos."

O meu palpite? Nada vai acontecer. Ou você vê no Detroit alguém além de Aaron Downey, barrado nos quatro jogos anteriores, com disposição para perturbar o adversário?

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Nada é tão ruim que não possa ser piorado.

Pelo menos é o que dizem os otimistas.

Boa noite, meninos e meninas do meu Brasil varonil. Agora é oficial: ou vai ou racha.

Donirene Hahahasek, a mãe do ataque (da defesa, do banco, dos treinadores, da torcida do Preds e de outras) dos times adversários está FORA do jogo 5.

Sim! Soltem fogos! Joguem na loteria os números que forem ditos neste blog, ponham a vitrola pra tocar. Festejem! Osgood está de volta à linha titular do Todo Glorioso.

Bom, tudo bem que é o Osgood, mas porra... Pior que o Hasek não dá pra ser, ou dá?

Como disse no post anterior, a novela Goleiro Tropical teve um fim, mas estamos assistindo na Vale A Pena Ver de Novo.
A diferença é que Taís e Paula estão mais velhas.
A Paulinha não é tão santa quanto antes e a Taís... hmmm, essa tá pior que Coca-Cola sem gás.

Vejam abaixo que a promoção que Hasek fez para o Preds não é de agora. E por quê acabaria?
Não, não! Babcock mudou a gerência da casa e veio um cara que já esteve nessa situação antes. Há 10 anos, depois da saída de Mike Vernon (MVP da Copa Stanley de 1996-97), Chris Osgood era a esperança que tínhamos para o "Back-to-Back". E que tal de novo?

A diferença, talvez, é que agora ele tem um contrato por mais três anos e precisa mostrar serviço. Talvez jogar como jogou no início da temporada regular.

Os mais fanáticos não acreditam nele. Mas tem gente que não acredita, ainda, em Papai Noel. Então, vamos deixar como está ver como é que fica.

Palpites? Wings 3 a 2. Na série e no jogo.

Go Wings.

zeh.

De novo e outra vez

ATUALIZADO (15h56):
Mike Babcock confirmou que Chris Osgood será o goleiro titular no jogo 5. Meu palpite agora muda de Wings 3-0 para Predators 4-3, com Hasek entrando no começo do segundo período com os Predators liderando por 4-0. Ele fecha o gol, os Wings batalham três gols mas não conseguem o empate... :D


Post Original
Os Wings perderam o jogo 4. E antes de mais nada cabe pensar na tabela abaixo.

Tempo para o NSH marcar dois gols:
Fev 12 — 1:17
Mar 20 — 2:18
Jogo 2 — 0:11
Jogo 3 — 2:09
Jogo 3 — 0:09
Jogo 4 — 0:32

Se isso tivesse acontecido uma vez, tudo bem. Duas vezes, não tem problema. Em TODOS os jogos, aí já abusar da nossa paciência.

Os Wings já estiveram nesse buraco antes. Na verdade em todos os anos, mesmo no título de 2002. Absolutamente favoritos, elenco muito superior, mas que é dominado em vez de dominar, que inverte os papéis.

Porque ontem o jogo 4 mostrou que o Nashville é o Detroit e os Wings são os Predators, quando deveria ser o contrário. E esse panorama, em playoffs, pode ser irreversível.

Uma informação perigosa: nos primeiros 176 minutos da série, os Wings nunca estiveram atrás no placar. Após o gol de Jason Arnott no jogo 3, os Wings estiveram atrás no placar em 59 dos 64 minutos jogados.

Antes de pensar no jogo 5, vamos refletir sobre o time.

. Andreas Lilja certamente não era o problema do Detroit e isso nunca foi dito aqui. Porque Lilja é tão ruim, mas tão ruim, que nem pra ser problema ele serve.

. Brett Lebda também é ruim, mas qualquer coisa que não seja o Lilja é válido.

. Mikael Samuelsson segue a mesma linha. E eu não estou perseguindo as bruxas porque tomamos ferro do pior time dos playoffs (depois do Britney Senators, claro), eu critico esse cara desde que vestiu nossa camisa. Um enganador de primeira, inútil. Porém ontem Samuelsson fez duas grandes jogadas: a primeira, com o gol metade aberto, dominou o disco, passou cera no taco, conferiu a umidade relativa do ar, pediu ao Babcock autorização para chutar e três horas e meia depois chutou; a segunda, atrás do gol do Detroit, foi fazer graça e entregou o disco pro atacante adversário, que por pouco não marcou.

. Valtteri Filppula foi eleito o "jogador perdido" do time nestes playoffs, porque em todos os anos o Detroit tem aquele jogador importante que amarela. Em quatro jogos Filppula não marcou ponto e chutou apenas cinco vezes a gol. E ainda tem o pior +/- do time com -2.

Enfim, por hoje é suficiente, após o jogo 5 aumentamos a lista. Ah, o jogo 5.

A imprensa de Detroit celebra o grande Chris Osgood, que ontem entrou no jogo, fez defesas importantes e nos manteve vivos. Mentira. Após o terceiro gol o time todo começou a jogar com mais vontade e inteligência, tamanho esforço que não permitiu que Osgood fosse realmente ameaçado. Ele fez 13 defesas que um polvo ambidestro (?!) também faria.

Osgood ontem apenas tapou buraco. Resta saber se ele vai tapar o buraco do Hasek no jogo 5, que é o que a imprensa clama.

Eu vejo um problema: se Osgood for o titular no jogo 5, então que seja por toda a série. Se os Wings perderem com ele no gol, não adianta voltar para o Hasek no jogo 6, porque aí seria bater o carimbo ELIMINADO nas pretensões do time. Agora, se Hasek jogar amanhã e cagar o pau, bom, preparem o carimbo.

O que eu faria no lugar do Babcock é arrumar um lugar pro Aaron Downey. Intimidação nunca é demais e precisamos derrubar alguns adversários. Vejo um cotovelo do Downey sobrando na cabeça do Dan Ellis e mudando o rumo da série... uhn...

Então, Downey no lugar de qualquer um que não se chame Pavel Datsyuk.

Palpite: Hasek no gol, Detroit 3-0.

Recomeçou. E começou.

Jovens mancebos e mancebas do meu Brasil varonil, algumas coisas começaram e outras recomeçaram no Todo Glorioso Detroit Red Wings.

Quem viu ou ouviu o jogo de ontem, percebeu que algo de muito estranho está acontecendo com aquele time que dominou o Nashville Predators nos jogos 1 e 2, em Detroit, a despeito dos dois gols tomados em 11 segundos na segunda partida.

O time que vimos/ouvimos nas duas partidas no Tennessee não é sombra do que foi campeão do President's Trophy. O time que vimos/ouvimos nas duas partidas no Tennessee não é sombra daquele que, na temporada passada, deu-nos uma grande esperança de chegarmos às finais da Copa Stanley.

Recomeçou o que eu chamo de efeito "Chapolin Colorado".

Babacock está pensando: "E agora, quem poderá nos ajudar?"

"Venham todos! Faça um conte dois!"
Está escrito na placa acima do gol do Hasek (satisfação garantida ou devolvemos seu dinheiro). Gol aqui é a granel.

Aí, vamos lá...

No início da Temporada Regular, e o Dominated quebrou, Osgood se mostrou bastante firme. Tanto que renovou contrato.
Então veio o All-Star Game e suas atuações começaram a ficar completamente inconsistente. Ninguém sabia se era questão de alívio e desespero tê-lo na nossa rede.

Na noite de ontem, com Hasek repetindo a promoção "blockbuster" de "faça um e conte dois", Osgood entrou e mostrou que pode ser chamado de OsGod, parando 13/13 tacadas e fazendo 'some key saves'.

-

Também recomeçou uma novela que estava esquecida em Mo'Town há algum tempo, entitulada: "O que fazer com os rebotes?".

De uns tempos pra cá (entendam, há coisa de uns 3 meses), Franzen, Homer, Zetta, Dats, Huds, Cleary, Drapes e muitos outros estavam convertendo as chances dadas pelos goleiros adversários. Hoje não mais.

Uma das políticas de boa vizinhança defendidas pelo Babcock é "shoot the puck". E eu digo: Grande merda! Não adianta detonar 36+ tacadas por jogo contra um cara que vê até pêlo encravado na virilha do nosso goleiro. Esse cara é Dan Ellis.

Tá bom, a visão dele não é tão boa assim, mas... e se compararmos com Hasek?

Eu tenho um cachorro cego que não bate em uma parede. Talvez pudéssemos colocá-lo na nossa rede. Talvez fosse mais interessante. Afinal, se ele levasse um gol, morderia alguém e não deixaria fazerem outro.

Voltando ao Ellis (porque se eu for falar mal do Hasek o blogspot cancela nossa conta), apesar de ele ser um jovem e goleiro, ele faz uma coisa que outros goleiros não fazem, goleiros que iremos (sim, eu tenho fé que vamos) enfrentar nas próximas rodadas: deixa rebotes.

De que adianta dar 145 chutes a gol e não ter uma pedra no crease pra desviar o puck pra dentro da rede? Enquanto não treinarmos rebotes, estaremos em ponto de ir pra vala. E só faltam dois jogos! Abre o olho Babcock! Abre o olho!

Eu desisti de fazer contagem regressiva pra Copa Stanley. Agora vou fazer contagem regressiva pra cada série, porque a esperança pode ser a última que morre, mas outro susto e a minha bate as botas.

GO WINGS!

zeh.

P.S.:
Todos vibramos, soltamos fogos, pela saída do Lilja.
Estávamos errados. Por mais que ele pareça um pato correndo no fogo, a culpa não é dele.

Começou a campanha: FORA HASEK! VOLTA LILJA!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Yzerman existe!

Sim, Yzerman existe! Ele ouviu nossas preces!!!

Do post imediatamente abaixo:

5) O gol da virada :: Que diabos Andreas Lilja estava fazendo no gelo? Por que, meu Yzerman, Lilja joga nesse time? POR QUÊ? É inacreditável que esse imbecil, que invariavelmente faz merda, continue como titular.
E a notícia do século na imprensa de Detroit: "Lebda dentro, Lilja fora". Está no Freep, no mLive, no DetNews, em todo lugar!

Os Wings vão apostar na velocidade e ofensividade de Brett Lebda em detrimento das cagadas, ops, da disposição de Andreas Lilja em bloquear chutes e desferir trancos.

Quem também pode jogar hoje é o calouro Darren Helm, em lugar de algum atacante machucado, embora todos tenham treinado normalmente hoje pela manhã. Tomas Holmstrom, Mikael Samuelsson e Kris Draper retornaram de contusão recentemente.

Outra "novidade" do treino foi que Henrik Zetterberg e Pavel Datsyuk treinaram juntos, o que pode significar que eles atuem juntos esta noite, ao contrário do jogo passado, quando Mike Babcock fez um ótimo trabalho anulando Zetterberg ao escalar o inútil Samuelsson ao seu lado.

Veremos como o time reage às 22h. O Cauê apostou em Detroit 12-0 ao saber que Lilja não jogaria.

GO WINGS!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Tentando entender

De cabeça quente, às favas com a razão:

1) Por que os Red Wings sofrem gols no atacado, um seguido do outro, enquanto times normais sofrem um de cada vez?

2) Por que o Detroit, quando tem a liderança no placar e várias oportunidades em vantagem numérica, não marca o gol para garantir a vitória?

3) Por que o Dominik Hasek não faz umas defesas de vez em quando, só pra variar um pouco, impedindo a reação do adversário?

4) O gol da virada :: Se não é proibido trocar a linha enquanto o jogo não recomeça, logo após o gol, por que o Chris Chelios, com quase 50 anos de vida e mais de 20 de hóquei, esperou o faceoff para deixar o gelo, abrindo um buraco na defesa?

5) O gol da virada :: Que diabos Andreas Lilja estava fazendo no gelo? Por que, meu Yzerman, Lilja joga nesse time? POR QUÊ? É inacreditável que esse imbecil, que invariavelmente faz merda, continue como titular.

Tantas dúvidas e apenas uma certeza: os Wings trouxeram os Predators de volta para a série.

O Detroit esteve a quatro minutos de carimbar sua passagem para a segunda rodada com facilidade. Até Jason Arnott já havia quebrado um taco com o joelho. O Nashville era só frustração.

Mas aí os Wings-de-sempre protagonizaram a virada, que vai garantir um ambiente hostil e um jogo duríssimo na quarta-feira.

Os Predators não vão sair da cabeça dos Wings nas próximas duas noites.

Um pouco do 2 e muito do 3

O destino do jogo 2 mudou quando Mike Babcock pediu tempo após o Detroit sofrer dois gols em 11 segundos e ver os Predators empatarem o jogo.

Poucos minutos depois, Kris Draper marcou um gol de sorte, que desviou no patim do defensor adversário e entrou. Tomas Holmstrom marcaria o gol da segurança no terceiro período.

Mas o personagem daquele jogo foi Dominik Hasek, capaz de entregar um gol e sofrer outro defensável e se reerguer, esquecendo as falhas e mantendo sua postura de Dominador. Hasek tem 93,6% de defesas nos playoffs.

Menção honrosa a Darren McCarty, herói de Detroit. Não deixe de ler o belo texto de Mitch Albom no Freep.

Para o jogo 3, esta noite, Mike Babcock repetirá o time titular, porém com alteração nas duas primeiras linhas.

O treinador causará dor de cabeça para os rivais separando Pavel Datsyuk e Henrik Zetterberg, como já havíamos previsto aqui no blog antes da série. Nos treinos de ontem Zetterberg atuou ao lado de Johan Franzen e Mikael Samuelsson, um trio inteiramente sueco. Datsyuk recebeu Valtteri Filppula e Tomas Holmstrom.

Como o mandante do jogo define a linha que vai ao gelo após ver a combinação do rival, o treinador Barry Trotz terá que programar dois confrontos, um contra cada linha forte do Detroit — e nesse duelo certamente os Red Wings levarão vantagem.

Então, prepare-se para ver Datsyuk e Zetterberg juntos no começo do jogo e em seu decorrer a separação da dupla.

Para fechar, duas declarações, uma de Dallas Drake, outra de Draper, e uma aposta minha.

Primeiro Drake:

"É a primeira vez em minha carreira que eu estou em um time onde os melhores jogadores também são os melhores jogadores defensivos. Na maioria dos casos, os caras ofensivos são aqueles que apenas marcam gols. Não é o caso deste time."

Agora Draper, sobre a sensação de não saber a combinação das linhas do time:

"Eu joguei para Scotty (Bowman) [sorrindo]. Você treinava com uma linha por uns dois dias, aquecia com eles e provavelmente você não os veria durante o jogo. Você apenas vai e joga."

Minha vez: aposto em Chris Mason no gol dos Predators no jogo de hoje.


ATUALIZAÇÃO (10h47):
Não havia percebido, mas todos os gols do Detroit no jogo 2 foram marcados por tricampeões da Copa Stanley: McCarty, Lidstrom, Draper e Holmstrom.

Em qual nível está o seu saudosismo?

E quase passa batido!

Oxi meu povo postador desse blog, e não é que passamos pelo jogo 2 da série contra os bichanos de Nashville e ninguém se lembrou nem de comentar sobre aqui?

Mas venho tardiamente fazer alguns apontamentos sobre a peleja em piso congelado:

- Jogo BEM mais empolgante que o jogo 1 da série. Uma porção de trancos, mais participação da torcida, mais vontade dos Preds, enfim, mais diversão.

- Depois de construir com folga um placar de 2x0 (destaque para o primeiro gol, de Big McCarty), levamos 2 gols relâmpagos no segundo período: uma cagada imensa de Hasek (que apesar disso pegou bem no resto da partida) e outra cagada colossal de Lilja (que levou um drible do bouce do puck e deixou Tootoo na cara de Hasek pra marcar. Houve torcedor que disse que não postava mais no blog até Lilja sair do time).

- Depois desse baque e de tomar um pequeno sufoco, com 2 pucks na trave seguidos, o time conseguiu desempatar o jogo, com Homer fazendo o que sabe fazer de melhor: criar raizes em frente ao crease alheio e causar tumulto até o puck entrar.

- Isso demonstrou enorme controle emocional do time, extremamente importante nos playoffs. Depois de levar o empate, teve cabeça pra "colocar o puck no chão" (comentário de Falcão) e "fazer valer a técnica, jogando o que sabe" (comentário de Casagrande).

- Gol anulado do Preds no primeiro período enquanto o placar estava virgem. Com esse lance, a lista de choramingos dos Preds sobe para 2 (já havia uma considerável reclamação sobre o gol de desempate no jogo 1). O replay do lance mostra que o gol foi realmente rápido, o apito tardio e não houve revisão da jogada. 2bad para os felinos, que deverão entrar mordidos para o jogo 3 em Predators.

- Preds que devem contar com a volta de David Legwand para o jogo 3, após perder os 2 primeiros da série por contusão no pé esquerdo. Fato é que qualquer ajuda aos Preds é bem vinda, visto que os 2 maiores pontuadores do time de Nashville tem se destacado pela completa falta de presença na série até agora. Basta citar que nem JP Dumont nem Jason Arnott marcaram sequer 1 ponto na série, somados acumulam um -6 e um total pífio de 6 chutes a gol (somados, em 2 partidas).

- Destaque especial para Grandpa Chelli, batendo o recorde de partidas em playoffs: 248. Esperamos que ele chegue, no mínimo, a 262 ;)

Menos 2 meu povo, faltam 14!
Amanhã às 20h30 horário de Brasília tem mais.

Go Wings!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Mais um.

Eu não queria, meninos e meninas do meu Brasil varonil, mas vou postar.

Eu não vi, não ouvi, não li nada sobre o jogo, mas minhas impressões vão além de linhas escritas pela imprensa que esteve no jogo, de narrações vibrantes de Ken Karl e Paul Woods ou da imagem perfeita da Versus.

O que eu queria escrever antes e não escrevi poderá aparecer hoje, ou não. O que gostaria de escrever agora poderá aparecer hoje, ou não. Pelo sim ou pelo não, lá vamos nós, mais uma vez, aos fatos. Eles nunca mentem.

Fato é que a gente ficou com medo de perder o President's Trophy e ganhamos. Isso é estranho, porque esse troféu não vale absolutamente nada diante da magnitude da Copa Stanley, que é, talvez, o mais antigo troféu em disputa no esporte. Claro que a gente não quer perder nunca, mesmo uma merreca que homenageia gente como Fernando Collor, Lula ou George W. Bush.

Cara, eu tenho a memória curta pra essas coisas de esporte. Mas em 97, quando reconquistamos o caneco do Stanley, não levamos o President's junto. Se bem que em 2002 papamos os dois (com um time fora da realidade, confesso). Ou seja, não dá pra dizer que o cu tem a ver com as calças. Portanto, deixemos de frescura.

Depois do primeiro jogo, muita gente fala de Wings em 4 ou 5 jogos. Eu vou com 6. Seis é legal. É uma caixa de boné. Muito bom, né? Pois é... serve pro time ganhar rítmo, quebrar uns 3 ou 15 do time adversário (um já foi), mas corremos o risco de perdermos algum jogador chave.

Ontem tivemos um jogo bastante físico no primeiro período, com troca de carícias entre nossos lindinhos e os feiosos deles, mas não passou de um bom jogo de temporada regular.

- Por quê, tio zeh?
- Porque o Todo Poderoso Detroit Red Wings, pela primeira vez em muito tempo, não entrou no gelo de salto alto e o Predators (que perdeu seu último jogo da TR pra jogar contra a gente nos PlayOffs) entrou cabisbaixo.

O Red Wings, na noite de ontem, jogou como se fosse mais um time da liga, contra um time que, teoricamente, viria pra arrombar a boca do balão; afinal não fomos páreo para eles na TR. Todos os jogos, se não me engano, foram bastante disputados e a série terminou em 3-3-2 pra gente.

Ora, o que esperaríamos de uma série como essa nos PlayOffs? Um bom jogo de temporada regular? Com certeza não. Não mesmo.

Eu esperava dentes e sangue. Eu esperava uma pancadaria generalizada. Eu esperava Sodoma e Gomorra. Eu esperava um Gang-Bang com Downey e McCarty e Maltby e Draper empalando Tootoo. Mas não passaram de carícias.

E agora, pro jogo dois?

Talvez a série comece de verdade.

GO WINGS!!!

zeh.

Um a menos mesmo!

O atacante Scott Nichol, do Nashville Predators, quebrou o dedão da mão esquerda no jogo de ontem e será operado na sexta-feira. Logo, está fora do restante da série contra o Detroit Red Wings.

Nichol é o líder em faceoffs da equipe, com mais de 59% de aproveitamento — a título de comparação, Kris Draper, nosso maior especialista, tem 58%. Nichol também é um dos atacantes com mais tempo de gelo em desvantagem numérica.

Portanto os Predators perdem uma peça chave em seu esquema. De repente matar penalidades e vencer faceoffs decisivos no ataque ou na defesa tornou-se mais difícil.

Pelo lado do Detroit, que é o que nos interessa, Mike Babcock deve repetir o time que venceu o jogo 1.

1 a menos

Fim de jogo na cidade de Detroit e os vermelhos fecharam o jogo inaugurativo da série contra os Preds com um 3x1.

Um jogo meio morno, com cara de temporada regular.
Os visitantes pareciam mentalmente conformados em enfrentar o melhor time da liga e não demonstraram uma gana de playoffs necessária para pregar alguma surpresa.

Franzen abriu o placar no começo do primeiro período, depois que Kronwall centrou o puck e Hudler não conseguiu dominar bem, sobrando para Mula guardar e manter seu quente faro de gol na pós temporada.

Apesar dos Red Wings frequentarem mais o Penalty Box (6 vezes contra 4 dos Preds - diga-se de passagem a última penalidade do Detroit em um senhor tranco de Kronwall), os visitantes não colocavam pressão e o jogo ia rolando, rolando, rolando...

... até que no fim do segundo período, depois de uma falha ao limpar o lance na zona defensiva, Tootoo redirecionou o puck nas canetas de Hasek (também conhecido como 5-hole) e empatou.

Mas a festa acabou no começo do terceiro periodo, Zetterberg acertou um belo one-timer passado por Datsyuk e recolocou os Wings na frente. A partir dai foi só administrar e ainda marcar o terceiro, sem goleiro, numa precipitação do time dos Preds.

Sem surpresas, Detroit 1 x 0 na série.

PS: Scott Nichol, dos Preds, machucou o braço e saiu logo no comecinho do jogo. E dai? (Ao menos a uruca das contusões parece ter se afastado de Detroit).

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Jogo 1: Detroit x Nashville

O Detroit Red Wings já está escalado para sua estréia nos playoffs, hoje às 20h.

Darren McCarty será o ponta-direita da linha 4, em detrimento de Aaron Downey. Mike Babcock confirmou as presenças de Mikael Samuelsson (recuperado de uma contusão na virilha) e Brad Stuart (provavelmente no sacrifício, ainda sentindo o dedo quebrado).

As linhas esperadas da equipe:

Datsyuk-Zetterberg-Holmstrom
Filppula-Franzen-Cleary
Hudler-Draper-Samuelsson
Drake-Hartigan-McCarty

Lidstrom-Rafalski
Kronwall-Stuart
Lilja-Chelios

Hasek (titular)
Osgood

A provável escalação do Nashville:

Hlavac-Arnott-Dumont
Erat-Bonk-Radulov
Fiddler-Nichol-Smithson
Bochenski-Peverley-Tootoo

Hamhuis-de Vries
Suter-Zidlicky
Zanon-Weber

Fico devendo o goleiro dos Predators, mas deve ser Dan Ellis.

Eu escalaria Samuelsson somente se ele estivesse 100%, caso contrário seria melhor apostar em Downey ou até Meech improvisado no ataque, o que também beneficiaria a defesa, tendo sete defensores no jogo.

O mesmo vale para Brad Stuart, porém com razões diferentes. Não vale a pena forçá-lo a jogar agora, na série em que os Red Wings teoricamente levam muitas vantagens e podem vencer sem ele.

Hoje, às 20h, começa a temporada! GO WINGS!

Mais sobre a série

Extraído da edição desta semana de TheSlot.com.br:


Pavel Datsyuk e Henrik Zetterberg lideram o terceiro melhor ataque da liga. Se reunidos, os "gêmeos europeus" formam uma linha perigosíssima e excitante, daquelas que os torcedores assistem de pé em seus lugares. O potencial do Detroit é consideravelmente maior quando Datsyuk e Zetterberg jogam juntos, mas o treinador Mike Babcock pode separá-los para criar duas unidades fortes, principalmente nos jogos como visitante, em que a equipe da casa decide quem manda ao gelo em cima das escolhas do adversário.

Defesa ganha título e neste quesito os Wings estão muito bem servidos. Liderado por Nicklas Lidstrom, o corpo defensivo é profundo e eficaz, razão pela qual o Detroit teve o menor número de chutes a gol sofridos durante a temporada regular.

No gol, o que poderia ser polêmica em outra cidade, não assusta os Red Wings. Chris Osgood, o reserva, atuou mais vezes e melhor que Dominik Hasek, o titular. Mas existe uma série de fatores, desde experiência ao respeito e temor dos adversários, que escalam Hasek como o goleiro número um da equipe, assim como tem que ser.

Melhores no ataque, na defesa e no gol, mais experientes e detentores do mando de gelo, o Detroit é favorito absoluto na série. Se os Predators são excelentes em matar penalidades, os Red Wings são ótimos em marcar gols em vantagem numérica. Este confronto das forças das equipes será interessante de se ver.

Se passar pelo Nashville o Detroit encontrará Anaheim Ducks, Colorado Avalanche ou Calgary Flames na segunda rodada. Qualquer que seja o adversário, é melhor estar preparado se quiser permanecer vivo na luta pela Copa Stanley. Neste sentido, nada melhor que enfrentar um time rápido e duro como os Predators para entrar no clima.


>> Para ler o artigo completo, clique aqui.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

O primeiro confronto

Para o Detroit Red Wings a corrida pelas 16 vitórias começa amanhã, mas os playoffs começam hoje liga afora.

Nos últimos dias da temporada regular parecia claro que os Red Wings enfrentariam Calgary Flames ou Nashville Predators e parece consenso entre os fãs que foi um grande alívio escapar de Miikka Kiprusoff, Jarome Iginla e Dion Phaneuf.

Os Predators têm sua força, principalmente física, com uma defesa forte, formada por Shea Weber, Dan Hamhuis, Marek Zidlicky, Ryan Suter e Greg de Vries, dois goleiros que podem nos complicar, mesmo que Barry Trotz não saiba quem escalar entre Dan Ellis e Chris Mason como titular, e ainda Jordin Tootoo, a peste. O ataque é J.P. Dumont, Alexander Radulov, Jason Arnott, Martin Erat e mais oito. Trotz é o grande mentor do time, o segundo treinador há mais tempo treinando o mesmo time na NHL.

Os Wings vão sofrer com os trancos de Hamhuis, Greg Zanon e Jarred Smithson, mas não há motivos para temer Tootoo. Embora ele seja um jogador sujo, é extremamente covarde. Daí a necessidade de ter Aaron Downey policiando o gelo. Mike Babcock não poderá abrir mão do intimidador se quiser manter seu elenco inteiro no decorrer da série.

Na temporada regular os Predators tiveram campanha de 41-32-9, com 91 pontos e a oitava colocação da Conferência Oeste. No confronto direto contra os Red Wings, venceram três jogos, perderam três e perderam dois no tempo extra.

Em três aparições na pós-temporada, o Nashville nunca venceu uma série sequer.

O confronto pode ser decidido pelos times especiais. Veja os números da temporada:

DET Vantagem numérica: 20,7% (3.º)
NSH Vantagem numérica: 14,8% (27.º)

DET Desvantagem numérica: 84,0% (8.º)
NSH Desvantagem numérica: 85,4% (3.º)
O Detroit não só liderou a liga em pontos, como também disparou o maior número de chutes a gol (34,4 por jogo) e sofreu o menor número (23,5). Daí a eficiência de sua defesa, a melhor da liga (2,18 gols sofridos por jogo). O ataque não ficou atrás, sendo o terceiro melhor (3,07 gols por jogo).

Os Wings confiam no poder de decisão da dupla Pavel Datsyuk e Henrik Zetterberg, na disposição de Tomas Holmstrom (recuperado de contusão) e Johan Franzen, no talento extremo de Nicklas Lidstrom e Brian Rafalski e no terror causado por Dominik Hasek.

Hasek está pronto, descansado e tem tudo para fazer uma ótima pós-temporada. Não há outro goleiro na liga, exceção feita a Martin Brodeur e a Patrick Roy, que desperte nos adversários uma mistura de medo e respeito. É diferente chutar contra Chris Osgood ou Hasek.

Os gols eventuais de Dan Cleary, Valtteri Filppula, Mikael Samuelsson e Jiri Hudler serão muito bem-vindos, porque todas as atenções estarão concentradas na primeira linha de ataque. Embora seja improvável que os Predators anulem Datsyuk e Zetterberg, nos playoffs os jogos são vencidos com gols sujos, em lances disputados, com cara de jogador de terceira linha.

Estamos nos playoffs. E eu sempre digo que: Playoffs da NHL? Nada mais importa!

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Oh, azar!

A quebradeira em Detroit continua.

Tomas Kopecky está fora da Copa.

Com ruptura nos ligamentos, Kopecky passará por cirurgia e voltará ao hóquei em outubro, juntamente com a próxima temporada.

"Ah, mas foi o Kopecky, não tem problema"

Tem problema sim. Ele é o líder do time em trancos. E se eu conheço bem o Detroit, deve ser o único que se dispunha a acertar os adversários.

No ano passado Kopecky também se contundiu e praticamente perdeu os playoffs.

Uma boa leitura

Mais um Troféu dos Presidentes na conta e afinal: por que os Red Wings são tão bons?

Respostas com Marcelo Constantino, em TheSlot.com.br.

Clique aqui para ler o artigo.

A-HA, U-HU, o PRESIDENT's é NOSSO!

É, jovens mancebos e mancebas do meu Brasil varonil,

pela quarta vez em seis anos (e pela sexta na história do time) o Detroit Red Wings conquistou o Troféu dos Presidentes. Mas quase que não deu pra ser hoje.

Foi um jogo daqueles. De por à prova até o coração dos torcedores que menos torcem, das lavadeiras que menos torcem, dos parafusos que menos torcem. Nem quem tem mãe na zona merece tanto sofrimento. Mas vamos lá.

Meio time tava fora. Draps, Malts, Sammy, Homer, Stuart e McCarty, tanto que hoje foi a estréia do Karim Abdul Jabar (Justin Abdelkader - depois eu digo como pronuncia), que veio da Universidae de Michigan e fez uma senhora estréia (dentro e fora do gelo, arrancando suspiros apaixonados de Dallas Drake: "É um grande menino. E bota grande nisso").

O Todo Glorioso sentiu falta dos seus jogadores que, querendo ou não, fazem parte da parte que participa. A situação tava mais difícil que achar um cabaço com 18 anos de idade. Por duas vezes vimos o time perdendo, 1 a 0 e 2 a 1, embora dominasse o jogo. Poucas vezes ouviamos o nome do Hahahasek, que folgou ontem e esteve bem hoje, embora tenha feito algumas defesas que, talvez, nem Pascal Leclaire faria.

A questão é que quando tudo está perdido, ainda há uma luz no fim do túnel. E depois do túnel e antes da luz tem uma pedra. Lidstrom viu a pedra. Leclaire viu a luz. A pedra tem nome, nacionalidade e veste a camisa número 93 do Detroit: Hominho (Franzen). Desviou o puck, de novo, e empatou o jogo a três minutos e meio do final da peleja.

Ótimo! A-ha, u-hu e o caralho! O caralho!

A gente precisava de um ponto pra garantir o troféu? Foda-se.

Henk Zetta Jones fez 3 a 2 a 11 segundos do final. Iurru! Pode gritar, negada!

Mais uma vez garantimos o President's e a vantagem de jogar em casa por todo o Play Off. Agora é garantir e esperar quem vem por aí. Nashville ganhou hoje. Canucks vai empatando com o Oilers ao final do primeiro período. BHawks ainda tem chance.

Infelizmente não pegaremos o Avalixo.

Venha quem vier, venha quente que estamos fervendo.

Próxima quinta-feira começa a bagaça.

GO WINGS!

zeh.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Meu último post de férias.

Olá meninos e meninas sedentos por informações, comentários ácidos e piadas infames, do meu Brasil varonil. Venho aqui dizer publicamente que estou deixando o blog até o final da temporada regular.

Como o tio zeh prefere estar tomando uma dose de Famous Grouse e comendo castanha, serei breve, bastante breve, tão breve quanto uma trepada do Cauê ou do Beto, que se preparam pra 15 minutos e desenvolvem -- como ninguém -- 15 segundos intensos (informação dada pela mãe de um de vocês, que não direi de quem é).

Bom... neste exato momento Rafalski e o Pequeno 14" (Sharp -- do BHawks) estão se estranhando, mas não há de ser nada.

Bom... a um ou dois pontos de garantirmos o troféu dos presidentes (que eu já anunciara em 12 de julho de 1934), vemos o time cheio de desfalques, tanto quanto de perspectivas.

Bom... agora o Chelios deu um Cross Checking no Kane e tá indo pro PB, Maltby tá se misturando na confusão e eu não tô conseguindo escrever essa bosta de post. Pelo menos o jogo vai ser legal. 5-on-3 pro BHawks.

Bom... Draper está fora do time, pelo menos, até o final da TR por ter sentido um probleminha na virilha. Segundo Babacoco, Homer estará 100% pra temporada regular.

Bom... 1 a 0 BHawks. PPG do Camarão Ladrador (Cameron Barker), aos 5'53" do primeiro.

Bom... tentando voltar ao meu raciocínio, sobre o Draper... É bom, mas nem sei se faz tanta falta asim. Quer dizer faz. Mas não tanto quanto R$ 200.000,00 na minha conta. Compararia sua competência e competitividade a uns R$ 15.000,00, que já é o bastante pra resolver uns problemas e arrumar outros.

Agora, quanto a Homer... Aí que o bicho pega.

- Por que, tio zeh?
- Porque assim... Franzen vem fazendo o que o Homer não estava.

Bom... 2 a 0 pro BHawks. "Off the face-off", Hendry faz seu primeiro gol na carreira.

Então... Franzen foi eleito o "3rd star" de março, tendo marcado 17 pontos em 12 jogos no mês e 14 gols nos útimos 13 jogos (incluindo 6 GWG -- batendo o recorde de Gordie "Mr. Hockey" Howe num mês).

Bom... agora encheu d'água. 3 a 0 BHawks com um gol do Marinete. Acho é pouco. Hasek saiu e entrou o Osgood. Agora a situação tá mais feia que bater em mãe.

A questão é que Franzen tem-se saído um ótimo screener e eu não sei se dá pra jogar com duas linhas iguais, com Zetta - Dats - Franzen e outra com Cleary - Sammy - Homer. Vai ficar complicado, na minha opinião.

Bom... eu teria sido mais breve se o Hahahasek não tivesse feito o que o gato faz: enterrar a merda.

Acho que ainda tenho um tempinho pra dizer que McCarty - Drake - Downey é uma das nossas linhas, Maltby - Kopecky - Hartingan é outra. Ou seja, chama o MST pra segurar esses seis tratores. Porém, com a volta de Draper, adeus Hartingan e o MST vai ter menos trabalho.

Informação de última hora 1: Gol do Wings. Zetterberg (47).
Informação de última hora 2: Possíveis linhas no próximo jogo, contra o BundaJackets: Homer - Zetta - Franzen, Cleary - Dats - Sammy.

Vamo ver que bicho dá.


Adeus. Beijos nas bundas e até segunda.

zeh.

terça-feira, 1 de abril de 2008

O primeiro (post) de abril

São tantos Columbus, Nashville e St. Louis nos últimos tempos que decidimos poupar os leitores do sofrimento.

Afinal de contas, a proximidade dos playoffs é tamanha que pouco importa o que aconteça até o domingo, desde que não tenha impacto na segunda semana de abril e em diante.

Os contundidos estão prestes a retornar, Darren McCarty finalmente voltou ao seu lar, Dominik Hasek conquistou um shutout para mostrar que está pronto para a verdadeira temporada de hóquei.

Enquanto isso os três autores deste blog tiram férias pré-playoffs. Pois vocês sabem que nos momentos decisivos teremos atualizações diárias, porque o planeta Terra pára quando o vermelho-e-branco do Detroit Red Wings ganha o gelo para um jogo de Copa Stanley.

Então é isso. Fica aqui a nossa satisfação para os leitores. Estamos contando os dias para o show começar.

Mais um Troféu dos Presidentes a caminho.