E pra onde for. Pode botar o Detroit Red Wings pra jogar num açude congelado no interior do Piauí, contra o time de futebol local que eles ganham.
Eu não acompanhava o Detroit havia algum tempo. Nem sabia que o Chelios estava de volta. Mas se ele voltou, eu também.
E tirando esse negócio de jogo de hockey em campo de baseball, vimos o melhor time da liga suprimir qualquer tipo de "sede de vingança" de um dos times mais promissores da liga.
Depois do 3 a 1 no primeiro período, sendo bem sincero, tinha certeza que o jogo seria nosso.
Ver o Detroit Red Wings jogando como deveria jogar todo jogo - nos dois últimos períodos - realmente faz com que deixemos de lado o medo de não chegarmos às finais da conferência e, principalmente à Stanley Cup (né, Felipe?).
Quem duvidava de Ty Conklin tem tido, com certeza, o "cala-a-boca" que precisava.
Quem duvidava do Detroit Red Wings tem tido, com certeza, o "cala-a-boca" que precisava.
Quem duvidava da capacidade de Mike Babcock ser notícia teve, com certeza, o
"cala-a-boca" que precisava.
Back-to-Back? Pode anotar. Se não tiver, é jogo 7.
Wings x Hawks? 4 a 0 na temporada, com mais dois jogos pela frente. A última vez que o Hawks chegou no Playoff, Patrick Kane tinha 13 anos. "Is this the year?". Hahaha! Talvez. Mas com 4 pontos a menos do que poem alcançar.
Feliz Ano Novo.
zeh, perdido em Curitiba. No frio!