Contagem regressiva para a Copa.

 Contagem regressiva para a Copa.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Contra os Islanders

E a lista não para de aumentar... eModano, Datsyuk, Cleary... e agora, Patrick Eaves. O atacante não joga hoje à noite, machucou a "parte superior do corpo". Braço, ombro, pulso, pescoço? Sei lá. Tomas Tatár foi convocado de Grand Rapids e faz sua estréia na NHL. Timaço, né?

Franzén-Zetterberg-Holmstrom
Hudler-Filppula-Bertuzzi
Draper-Helm-Tatar
Miller-Abdelkader-Mursak

Jogo na Joe Louis Arena, 22hs de Brasília, contra os Islanders. Os Wings não fizeram gol nos Isles nos dois últimos confrontos entre as equipes. Feliz ano novo. (bleh)

P.S: pelo visto não é nada demais com Eaves, afinal Babcock estava brincando e disse que "Eaves cansou o braço comemorando os gols", mas ninguém gosta de lesões

P.S. 2: parabéns a Tatár, estrear nos Wings apenas 18 meses depois de ser recrutado não é para qualquer um. Boa sorte!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Detroit 7-3 Dallas


São 2 da manhã. Vai dormir que amanhã eu completo isso aqui. E muito obrigado, Patrick Eaves, Ken Holland te espera nos vestiários com sua extensão de contrato.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

???

Qual o equivalente negativo de "asdfasdf"? Sei lá, só sei que temos Pavel Datsyuk e Dan(ny) Cleary fora pelo próximo mês, Mike eModano chorando num canto escuro até março e Brian Rafalski com reumatismo ou coisa parecida.

E para ajudar, Hank Zetterberg deu um jeito nas costas e é dúvida para o jogo desta noite contra os Stars (23h30 de Brasília, em Dallas).

Zetta e Rafalski serão reavaliados antes da partida, e caso Zetterberg não jogue o time vai para o gelo com 11 atacantes. (eu gostaria de ver o Ericsson no ataque. só eu?)

Boa sorte pra nós.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Eu não ia postar...

...porque não vou assitir o jogo. Segunda-feira, jogo meia-noite? Saco.

Mas eis que, além da já citada ausência de Dan Cleary e Pavel Datsyuk, descobrimos meia hora antes do jogo que Brian Rafalski também não joga, com problemas nas costas.

Já me perguntei nos comentários ali embaixo como ficaram as linhas de ataque, e agora me pergunto sobre a defesa. Rafalski vem de uma fase horrível em termos defensivos, mas seu companheiro Jonathan Ericsson estava muito bom ao seu lado. Com Jakub Kindl no time e sem Rafalski, o que acontece? Bom, vou simplesmente presumir que Ericsson e Kindl vão ser misturados aleatoriamente com os outros enquanto não souber exatamente o que houve com o camisa 28.

Já no ataque, sabendo que três jogadores estão na enfermaria, é certeza que pelo menos um jogador da quarta linha vai ganhar mais tempo de gelo, e minha aposta é Patrick Eaves. Eaves está jogando muito bem recentemente e parece ter menos medo de chutar (e o chute dele é muito bom), e é o único atacante canhoto da equipe, o que dá mais opções para jogadas.

Então, não vou ver o jogo contra Denver, quem quiser comentar outra tentativa frustrada da vitória nº 400 para Christopher Osgood, divirta-se.

Vitória e uma baixa

No primeiro jogo depois do Natal, os Red Wings derrotaram o Wild por 4-1, assumindo novamente a liderança da Conferência Oeste, com 48 pontos.

Henrik Zetterberg marcou um gol e uma assistência, Kris Draper marcou o seu primeiro gol na temporada, Dan Cleary tornou-se o goleador do time com 16 gols e Jimmy Howard fez 16 defesas.

A má notícia vem pela perda de Cleary, que foi atingido por um chute de Brad Stuart e vai passar o próximo mês se recuperando de um tornozelo quebrado.

Assim, os feridos chegam a dois, com Pavel Datsyuk e Cleary.

Os Wings convocaram Jan Mursak, quarto maior pontuador do Grand Rapids Griffins nesta temporada, para completar o time a partir de hoje.

Logo mais, a equipe enfrenta o Colorado Avalanche, em Denver. Noite especial para a 400.ª da carreira de Chris Osgood.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Detroit 3-4 St. Louis

Detroit Red Wings, o time mais frustrante do gelo.

Porque tentar alguma coisa só nos 5 minutos finais? Porque só a linha dos Red Corvettes jogou bem, sendo que faz tempo que Draper, Helm e Eaves não dividiam o gelo, enquanto gente que sempre joga junto não faz nada? Porque eu tinha esperança que o Hudler ia fazer alguma coisa útil?

E meu deus do céu, porque o Osgood é o Osgood? Caraca, meu. Quantos meses vamos ter que esperar até você ganhar o 400º jogo da carreira? Se bobear o Howard ganha 400 antes de você. Beleza, o primeiro gol foi normal (como a defesa permite dois caras na frente do goleiro?), mas depois foi tudo horrível. Ninguém confia em Osgood, nem ele mesmo. Por sinal, é a segunda vez na semana que declaro ter perdido totalmente a fé em um jogador. Quem é o próximo, depois de Rafalski e Osgood? Hudler não conta, pois eu nunca confiei nele.

Bons candidatos são Niklas "defensor que só sabe atacar ou dar trancos" Kronwall e Valtteri "eu não chuto nem a pau" Filppula. Porque diabos ficaram segurando o disco atrás do gol e dando voltinhas e piruetas enquanto os últimos 15 segundos passavam? Caramba, que time estressante...

Não estou a fim de ver números, mas provavelmente estamos abaixo de 50% de aproveitamento nos últimos 10 ou 12 jogos. Nessa conferência disputada pra caramba, já está dando para complicar, principalmente com os 17 jogos nos próximos três dias (pelo menos é o que parece).


Que seja, Feliz Natal. Não por cause dos Wings, claro.

http://www.danburymint.com/secure/Content/ImagesProducts/nhs01000.jpg

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Contra St. Louis

Fora de casa, com o goleiro reserva e sem um dos principais jogadores. Yay!

Sem Pavel Datsyuk no time, vamos ver como o pessoal vai se comportar. As linhas do treino de hoje foram:

Franzen-Zetterberg-Holmstrom
Cleary-Filppula-Bertuzzi
Hudler-Abdelkader-Miller
Draper-Helm-Eaves

Lidstrom-Stuart
Ericsson-Rafalski
Kronwall-Salei

Osgood titular

Boa primeira linha, segunda decente (irregular pacas), terceira com cara de quarta e quarta com cara de quarta mas atitude de primeira. Se alguém entendeu me avisa.

Estou curioso para ver Jiri Hudler nesse mês sem Datsyuk. Ele tem basicamente duas alternativas, a) trabalhar duro e se esforçar para que o time não sinta muita falta do russo ou b) ficar feliz que não tem nenhum atacante de fora das partidas e seu lugar está assegurado não importa quão mal jogue. Espero que seja a primeira, mas aposto numa c) nenhuma das anteriores, porque Hudler não me inspira confiança.

Jogo às 23hs de Brasília, no Scottrade Center e aqui. Boa sorte pra nós.

(e se alguém teve mais problemas com comentários, avise. um cara anônimo [óbvio] disse que não foi publicado um dele, e a gente não filtra nada [vide nosso amigo André])

Detroit 5-4 Vancouver (OT) - Datsyuk machucado

Post curto por motivo de sono.

Hank Zetterberg marcou o gol da vitória. Jim Howard teve um jogo decente.

E Pavel Datsyuk machucou o pulso. Depois de tropeçar em Mikael Samuelsson, Datsyuk caiu estranhamente e quebrou a mão. Não será necessária cirurgia, mas Datsyuk terá de usar gesso e ficará afastado por um mês.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

13 ou 91

Pouco tempo atrás comentaram aqui sobre uma postagem do blog Greatest Hockey Legends, que comparava os russos Sergei Fedorov e Pavel Datsyuk. Essa é uma tarefa complicada, mas dou aqui meu pitaco.

Sergei Fedorov

É possivelmente o jogador mais completo da história da NHL, sem exagero. Central de origem, não era raro vê-lo jogando nas asas, normalmente numa assustadora linha centrada por Steve Yzerman e com Brendan Shanahan do outro lado (meu deus, que linha). Além disso, Fedorov podia jogar na defesa, fato de que Scotty Bowman se aproveitou muito nos anos 90. Bowman costumava dizer que o russo era seu jogador favorito, pois ele fazia tudo que o treinador pedia.

Fedorov está presente entre os líderes da história da franquia: 4º em gols (400), 5º em assistências (554), 5º em pontos (954) e 2º em +/- (+276). Com a camisa dos Wings, ganhou três Copas Stanley, um troféu Hart, um Pearson e dois Selke, além de ter participado de seis Jogos das Estrelas. Fedorov fazia parte do Russian Five, grupo de jogadores russos que definiu o estilo de jogo dos Red Wings até os dias de hoje.

http://2.bp.blogspot.com/_TwAbZhMGVEw/SwWItdA1a2I/AAAAAAAAJRk/wEcekTaD0og/s400/Yzerman_Fedorov.jpg
A melhor dupla que já vi
Talento por talento, Sergei é um dos melhores da história do hóquei. Sabia chutar, passar, segurar o disco, patinava rápido e ainda tinha o tamanho para se garantir contra os adversários (1.88m, em torno de 90kg). Poucas coisas ficavam tão bem no gelo quanto Fedorov carregando o disco, numa velocidade não tão alta, mas patinando como se estivesse brincando num lago qualquer nos arredores de Moscou. Na defesa podia fazer de tudo, de pressionar o oponente e roubar discos a cortar linhas de passe e anular atacantes adversários.

Seu jogo era tipicamente soviético, e Sergei agia como um soldado no gelo. Seguia as ordens de seu treinador à risca, raramente saindo daquilo que havia sido combinado. Mas a disciplina se restringia aos rinques, pois seu comportamento fora do gelo era no mínimo questionável.

Fedorov foi um Red Wing de 1990 a 2003. Nesse tempo teve suas controvérsias, como a longa disputa contratual que fez com que jogasse apenas 21 partidas na temporada regular de 1997-98. O russo chegou a assinar um contrato com o Carolina Hurricanes, e os Wings igualaram a oferta e se utilizaram de seu direito de preferência. Estima-se que Detroit pagou $28 milhões para Fedorov naquele ano, a maior quantia paga a um jogador de hóquei até hoje.

Fedorov foi embora após mais uma disputa de contrato. Ken Holland lhe ofereceu um termo de 4 anos no valor de $40 milhões, mas Fedorov recusou. Holland reformulou a proposta, $50 milhões por 5 anos, mas Sergei novamente recusou. No fim, Fedorov foi para Anaheim, assinando contrato por 4 anos e $40 milhões. Pois é.

Enquanto a torcida estava convencida que Fedorov queria sair da sombra de Yzerman, que sempre foi rei em Michigan, Fedorov queria mesmo era ir para a Califórnia. O russo sempre esteve envolvido com estrelas como a tenista Anna Kournikova e atrizes, além de viver num estilo de vida incomum a jogadores de hóquei. Desde então Fedorov jogou em Columbus e Washington, e hoje está na Rússia, longe de ser aquilo que já foi.


Pavel Datsyuk

Um novo russo tomou os holofotes da Joe Louis Arena com a saída de Fedorov. Em 2003-04 Datsyuk estava em sua terceira temporada em Detroit, e anotou 68 pontos em 75 jogos. Após o locaute, Pavel teve quatro temporadas com no mínimo 87 pontos, e em 2008-09 foi indicado ao troféu Hart. Datsyuk coleciona troféus Byng (4) e é o melhor atacante da liga em termos defensivos, ganhando o Selke nos últimos três anos.

http://i.usatoday.net/sports/_photos/2008/01/23/rwingsx.jpg
A única que
pode superar
O jogo de Datsyuk é semelhante ao de Fedorov, com boas coberturas defensivas e saídas rápidas para o ataque. Mas enquanto Fedorov era sinônimo de obediência, Datsyuk joga mais livremente. Embora isso se encaixe melhor em seu jogo, mais criativo do que o de Sergei, também faz com que por vezes Datsyuk pareça um jogador preguiçoso. Ele não é tão veloz, mas sua movimentação lateral é melhor e seu domínio sobre o disco é inigualável.

Às vezes parece que Datsyuk ainda é um garoto que chegou ao time agora, mas ele já fez história. Já é o 7º jogador com mais assistências (421) e o 9º em pontos (631), e tem a 6ª melhor média de pontos por jogo (0,99).

Enquanto Fedorov era um exímio jogador de pós-temporada (um dos quatro na história da liga com 4 playoffs seguidos com mais de 20 pontos), Datsyuk costuma desaparecer nessas horas, com apenas 76 pontos em 110 jogos de playoff (Sergei tem 176 em 183).

Minha opinião

O assunto é controverso, e fatores como "quem eu vi jogar" e "sempre acho o que é antigo melhor" tem influência certa. Os fatos incontestáveis são: Fedorov era mais versátil e decisivo. Tanto um quanto o outro podem pegar o disco a qualquer momento e dizer "vou resolver esse jogo", mas apenas Fedorov pegou o disco e disse "essa temporada toda — do início ao fim — é minha".

Porém, não consigo evitar pensar nas decisões erradas que Sergei tomou. Fedorov era um dos meus jogadores preferidos quando conheci o time, e nada parecia pará-lo. O teto da Joe Louis Arena deveria ter a bela simetria de 19 e 91 pendurados ali, e Fedorov nos privou dessa imagem.

Sinceramente, não consigo escolher. O que sei é: se eu precisar ganhar uma série de 7 jogos, quero Fedorov. Mas se eu for começar uma franquia do nada e precisar de alguém confiável e de caráter, Datsyuk é o cara.

É o melhor que posso fazer. E vocês?

domingo, 19 de dezembro de 2010

Detroit 3-4 Dallas (OT)

Quarta-feira, no vestiário da Joe Louis Arena, alguns jogadores se aproximam de Mike Babcock.


Lidstrom - Mike, o negócio é o seguinte. Eu e os rapazes estávamos conversando, e a gente queria que o Ozzie fosse titular no próximo jogo em casa.

Babcock - Deixa eu ver... [olha no calendário] É domingo à tarde contra Dallas... Eles estão bem esse ano, Brad Richards vai ser candidato a MVP da liga... Tem certeza?

Lidstrom - Sim, a gente quer que ele ganhe o 400º jogo na Joe, na frente dos amigos e família.

Babcock - Certo, mas o jogo não vai ser fácil. Posso contar com vocês para ajudá-lo? Helmer, você vai se esforçar e tentar fazer um gol, né?

Helm - Olha, Tio Mike... Me esforçar eu me esforço, você sabe, mas fazer eu não prometo. Minha cabeça não é tão rápida quanto meus pés.

Babcock - Verdade. Mas com um gol seu eu posso contar, não Danny?

Cleary - Posso tentar, mas pelo visto minha fase boa está acabando.

Babcock - Pelo visto não vai ser o ataque que vai ganhar isso... Stu, você vai segurar a barar lá atrás?

Stuart - Sim, claro. Sempre que precisar eu vou dar uma tacada no gelo sem motivo nenhum. Conte comigo.

Babcock - [olha para os lados tentando entender] Ehh... ok... Então vou contar com meu homem de 6 milhões de dólares, senhor Brian Rafalski. Rafa, posso contar com seus brilhantes passes, sempre tão bem direcionados, nunca no taco adversário?

Rafalski - Sim, Mike, é claro.

Babcock - E se o jogo for para a prorrogação, com certeza você não vai fazer uma falta besta, né?

Rafalski - Pô, Mike, você sabe que eu nunca faço isso.

Babcock - E na prorrogação você vai ser responsável como sempre, né? Não vai tentar subir ao ataque num lance que pode deixar um zagueiro contra três atacantes, afinal você é muito, muito bom.

Rafalski - Confie em mim, Mike. Confie em mim.

---

Aproveitou a noite, Brian Rafalski? Foi a última em que alguém confiou em você. Obrigado por tudo. E tome cuidado com Chris Osgood, ele vai te pegar.

Contra Dallas

Post relâmpago porque estou atrasado.

Jogo às 20hs de Brasília, em casa, com Chris Osgood no gol tentando a 400ª vitória na carreira. Não sei quem fica na reserva hoje no ataque.

E lembrem do chat em redwingsbrasil.chatango.com, até o horário do jogo já devo estar lá.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Detroit (?) 1-4 Chicago

Horrível. Horrendo. Nojento. A ESPN não vai mostrar jogo dos Wings em janeiro. Ainda bem.

Os Hawks não tinham Hossa e Kane. Dois defensores jogaram de atacante. Tomas Kopecky fez dois gols. Nenhum Red Wing se esforçou. Sem ataque, sem defesa, sem vontade. Horrível, horrendo, nojento.

Os jogadores pediram a Mike Babcock que deixasse Chris Osgood ser titular no domingo, contra Dallas (20hs de Brasília), para que o goleiro tenha a chance de conseguir a 400ª vitória na carreira em casa. Pois que se esforcem, então. O jogo de hoje... Horrível, horrendo, nojento.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Detroit 5-2 St Louis

Fornecido por Nicklas Lidstrom
A torcida dos Wings é sensacional. Uma coisa que rolou no último mês e que eu não comentei (afinal não existe Arby's aqui) foi a movimentação da torcida para que a cadeia de fast-food Arby's voltasse a dar batatas fritas de graça quando um jogador dos Wings conseguisse um hat trick (tinha sido mudado para um sanduíche de rosbife).

A Fox Sports Detroit e o Arby's curtiram a idéia e os torcedores puderam votar em Batata x Rosbife no site da Fox, e o vencedor (batata, curly fries) foi anunciado no sábado.

E eis que, na quarta-feira seguinte, o defensor Nicklas Lidstrom consegue seu primeiro hat trick na carreira, depois de 19 anos e 1442 jogos (19 deles com dois gols marcados. O terceiro gol veio com os Blues sem goleiro, e todo mundo (todo mundo MESMO, inclusive os locutores) torcendo pelo gol do capitão.

Além dos três gols de Lidstrom, Niklas Kronwall e Dan(ny) Cleary marcaram. James Howard pegou 19 de 21 chutes, com pelo menos três ótimas defesas. Deus Darren Helm também teve uma partida espetacular, com uma assistência, uma penalidade cavada e bloqueando um chute que seria um claro gol de St Louis.

E como a torcida dos Wings é boa mesmo, aqui no Brasil também teve novidade. A partida de hoje marcou a estreia do live chat do Red Wings Brasil, que pode ser acessado por aqui. Apesar de só 5 caras terem participado, foi bem legal e deu pra se divertir assitindo o jogo junto com todo mundo. O link está ativo 24 horas por dia, e com certeza na hora dos jogos vai ter gente lá.

O próximo jogo dos Wings é sexta-feira, em Chicago, às 23hs30 de Brasília. Enquanto isso, aproveitem suas batatas simbólicas.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Atrasado

Fim de ano, correria, vocês sabem... As desculpas de sempre. Pois bem, desde a última postagem os Wings ganharam quatro Copas Stanley jogaram três vezes, com duas vitórias e uma derrota.

Sexta-feira, Detroit 4-2 Montreal

Apesar do placar, foi um baita duelo de goleiros, com James Howard e Carey Price jogando muito. Price parou tudo no primeiro período (17 defesas no primeiro) e Howard fechou o gol no terceiro (36 defesas no total). Os gols foram de Lidstrom, Kronwall, Datsyuk e Eaves.

Sábado, Detroit 4-1 New Jersey

Com Chris Osgood no gol, os Red Wings vazaram Martin Brodeur nos dois primeiros chutes. Qual a chance de isso acontecer, uma em um milhão? Gols de Holmstrom, Cleary, Zetterberg e Datsyuk.

Segunda-feira, Detroit 0-5 Jonathan Quick

O goleiro dos Kings teve uma noite iluminada e os atacantes dos Wings fizeram aquilo que fazem pelo menos cinco vezes por temporada, chutando 51 vezes e não fazendo nenhum gol. O jogo estava parelho até o segundo intervalo, mas no terceiro período os caras de vermelho pareceram ter desistido do jogo, inclusive Jimmy Howard, que está parecendo cada vez mais humano.

O destaque do jogo foi para o canal Rede TV! Versus, que cometeu alguns belos crimes. Disse que Henrik Zetterbeg ganhou três Copas Stanley, e fez a pergunta mais sensacional da história das perguntas sensacionais: "Quantos jogos Wayne Gretzky levou para alcançar 800 jogos"? A resposta foi mais fantástica ainda, afinal é óbvio que Gretzky precisou de 1116 jogos para alcançar 800 jogos. Valeu, Versus.

Daqui a alguns dias as postagens voltam ao ritmo normal, e o próximo jogo de Detroit é na quarta-feira contra os Blues. E hoje tem Oilers contra Maple Laughs na ESPN. Como disse semana passada, deixem a TV ligada quando for dormir (quem passar do primeiro período ganha um prêmio).

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Detroit 2-3 Nashville (sobre jogadores e bebês-foca)

Os Wings perderam o jogo de ontem, com um jogo bipolar de Jim Howard. Boas defesas no primeiro período, dois gols desculpáveis (um no fim do 1º período e um no fim do 2º) e um gol horrível para garantir a vitória dos Predators.

Não que os jogadores de linha tenham sido muito úteis, com a defesa brincando de estátua e os atacantes só chutando da linha azul. O segundo gol dos Red Wings só veio no fim do jogo, quando nada mais adiantava. Datsyuk fez o primeiro (enquanto matava penalidade - melhor jogador da liga? acho que sim) e Franzén o segundo, um gol que não serviu pra nada e não compensou sua péssima atuação. Para terem idéia de como todo mundo foi mal, um dos melhores atacantes foi Jiri Hudler.

Mike Babcock deu uma entrevista durante a derrota por 5-2 para os Sharks, e disse que os Red Wings estavam particpando de uma "cutefest". "Cute", como qualquer um com internet sabe, pode se referir a filhotes de gatos, hipopótamos ou Paola Oliveira. Basicamente, uma gracinha. E o melhor treinador da NHL não está feliz com Datsyuk dançando com o disco, Cleary se achando Datsyuk e Filppula dando três voltas no gelo antes de chutar. E claro, a única linha que joga sério é a quarta. Como sempre.

"Cute"
Atletas são uma raça estranha. Eles recorrem ao instinto, muitas vezes contrariando o treinador que está cansado de um festival de gracinhas. Ano passado, com o time decimado por lesões e tendo que jogar com três linhas de atacante com função puramente defensiva, quase todo mundo se esforçava bastante e isso nos manteve numa boa posição. Quando todo mundo voltou depois das Olimpíadas o time já estava acostumado ao esforço, e este somado à habilidade de quem voltou fez dos Wings o melhor time em Março e Abril (antes de se cansar nos playoffs).

Não "cute"
Já esse ano o elenco é uma maravilha, e está razoavelmente saudável. Depois de um tempo voando, o time começou a relaxar (menos a quarta linha- percebem uma tendência?). A sequência de vitórias preguiçosas acabou, e agora vieram três derrotas preguiçosas. Ontem algo raro aconteceu: Howard, depois do primeiro gol, mostrou uma frustração incomum com a defesa (se é que Rafalski ainda é defensor). Esse é o primeiro passo, se frustrar. Reclamar. Jogar garrafas d'água na cabeça do Bertuzzi.

Todo time muito acima da média relaxa em alguns momentos e acha que vai ganhar na hora que quiser (exemplo: os Red Wings, sempre. deu certo em 2002 e 2008, não funcionou nos outros). E todo time acima da média que perde jogos seguidos fica nervoso, e desconta essa raiva nos adversários. Não sei se o limite vai ser alcançado daqui amanhã, ou daqui a dois jogos, ou daqui a um mês (lembram de fevereiro de 2008? que nojo...). Esse time vai acordar, e não vou me preocupar enquanto isso.

O festival de gracinhas está com os dias contados.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Edson Leal, o mito

Até ontem, nenhum de nós sabia quem raios era Edson Leal.

Hoje, todos nós veneramos o comentarista que proferiu, ao vivo e em rede nacional, na primeira transmissão da NHL na ESPN brasileira, que queimaria a camisa do Colorado Avalanche.





"Ah, eu falo o meu. Detroit Red Wings desde 1980 e poucos."

"Agora, o meu é torcida, se botar uma camisa do Colorado Avalanche aqui, boto fogo nela!"

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Asdfasdf!!!

Pra quem não lembra, "asdfasdf" é o modo profissional e puramente jornalístico de expressar felicidade. Todo mundo aqui sabe que hoje (hoje!) a NHL (NHL!) está de volta ao Brasil (Brasil!)!(!)!!!!!!!!

Os Wings perderam ontem, mas e daí? Alguém aqui está bravo?

funny gifs - Happy and Mad

Ele não. Nem eu. E claro, nem vocês. Então vão até o site da ESPN e comente o jogo. Sem spam, sem querer aparecer ou ter o nome falado na televisão. Simplesmente comente o jogo e mostre que hóquei tem sim um lugar no coração dos brasileiros (o Mike eModano me deixou sentimental).

Canadiens vs Senators? Dane-se. Está no gelo e está na TV, hoje 22hs. Yes!

Detroit 2-5 San Jose

Jimmy Howard. O nome dele já mostra o que penso.

E preciso de um diminutivo para a defesa. E para o Jiri Hudler, que finalmente foi colocado na unidade de vantagem numérica só para deixar os Sharks anotarem um gol shorthanded. Valeu, Jorge.

Já que o jogo não vale nada, vou comentar um comercial do canal Rede TV! Versus. Na propaganda, um garoto ganha um boné do Chicago Blackhawks quando criança, consegue um autógrafo, e nós acompanhamos toda a sua vida com o boné, desde menino até crescer e ir trabalhar e blá-blá-blá. Aí o cara vai num jogo dos 'Hawks, o Patrick Kane consegue um hat trick e o tiozinho joga o boné no gelo. Ok, vamos ver o que está errado aqui:

3 - o cara jogou o boné no gelo. Não, não se joga um boné desse no gelo. Ele foi seu maior companheiro, esteve com você por décadas, estava lá quando voce perdeu suas virgindades e quando você conseguiu seu primeiro emprego. E você joga isso fora quando um mané de mullet faz três gols? Dane-se a tradição, rapaz. Guarda esse boné

2 - o garoto devia ter uns 10 anos quando ganhou o boné, e uns 30, no mínimo, quando jogou fora. Nenhum boné dura tanto tempo. E mesmo que durasse, o autógrafo não duraria. Ou, se o nojento nunca tivesse lavado o boné, ele estaria todo amarelo e as traças já teriam comido. A opção que resta é que o cara era um falsário e fazia o autógrafo sozinho em casa

1 - torcedor de longa data? como assim, o cara foi torcedor por 20 anos? Ridículo, a modinha dos 'Hawks começou em outubro de 2009. Versus, seus mentirosos...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Contra San Jose

É impressão minha ou a gente joga sempre contra os mesmos times (e parece que a gente enfrenta mais times de fora da divisão do que os da Central... estranho...)

Patrick Eaves está de volta à escalação, com Kris Draper saindo. O time vai jogar com:

Zetterberg-Datsyuk-Holmstrom
Franzén-Filppula-Bertuzzi
Hudler-Abdelkader-Cleary
Miller-Helm-Eaves

Lidstrom-Stuart
Ericsson-Rafalski
Kronwall-Salei

Howard no gol

O nosso ídolo emo, Mike "Pulso Cortado" Modano (aliás, Filppula quer o posto de volta), disse que provavalmente volta em março, mas essa não é a data definitiva. Assim como com Andreas Lilja no ano passado, o primeiro passo da recuperação é visando a qualidade de vida de Modano, com o hóquei ficando em segundo plano.

O jogo é às 22h30 de Brasíla, na Joe Louis Arena.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Detroit 2-3 Los Angeles (OT)

Ah, Osgood... Até que foi melhor do que pensei, afinal Chris Osgood não jagava há tempos, e quando jogava fazia besteira... Foram 3 gols sofridos em 25 chutes (uma porcentagem tosca que ninguém gosta de ver), mas muitas dessas defesas foram boas.

Mas o "ah, Osgood" do começo do texto se refere ao gol da vitória: o que diabos estava pensando? Já vil Osgood levar gols porque estava atrasado ao mudar de lado, ou por mudar muito rápido e  levar o gol no contrapé. Mas como ontem, se movimentando perfeitamente e parar de repente, deixando o disco passar por um lugar desconhecido (eu aposto no baço), foi novo.

Pelo menos garantiu um pontinho, e os Wings ganharam 5 dos 6 disputados na costa oeste. Ponto importante, considerando que nas próximas semanas o calendário fica muito complicado, com viagens, jogos difíceis e em pouco tempo.

Próximo jogo segunda-feira, contra os Sharks. James Howard no gol, ainda bem.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Chutando os patos

Jimmy Howard não gosta de pato com arroz.

Pela segunda vez na temporada, o maior goleiro do mundo saiu invicto de um jogo contra os Ducks, conquistando o seu segundo shutout na campanha, com 41 defesas.

Howard fez o jogo que os goleiros adversários costumavam fazer contra os Red Wings nos playoffs. Quarenta e uma defesas é defesa pra caralho.

Apesar da ótima campanha (15-2-2, com 91,9% e 2,38 gols/jogo), Howard ainda está abaixo do patamar da temporada passada, mas ninguém dá a mínima pra isso. O goleiro é foda.

Johan Franzen também não gosta de pato com laranja.

Com o gol marcado logo no primeiro chute do time, aos 69 segundos, Franzen estendeu sua sequência pessoal para sete jogos marcando gol contra os Ducks em temporada regular.

É como se já começasse 1-0, gol de Franzen.

E a ficha do jogo mostra que apenas cinco jogadores dos Wings não tiveram saldo +1. Destaque para o par defensivo Ericsson-Rafalski, com +3.

Foi a quarta vitória seguida dos Wings, a nona em 11 jogos.

O jogo de hoje, contra os Kings em Los Angeles, marcará o retorno de Chris Osgood e a estreia de Kris Draper.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Contra Anaheim (e terça-feira, na ESPN)

Hoje tem Wings e Patolinos, mais uma vez na madrugada (em época de provas. saco).

Detroit vai com a mesma escalação, já se preparando para receber Kris Draper (que, sinceramente, só está no time por nostalgia. sem puxar saco, mas o Helm já faz o papel dele). E sábado tem Chris Osgood no gol.

E falando de NHL na ESPN, saiu o calendário dos primeiros jogos transmitidos. Terça-feira tem Montreal contra Ottawa (22h30), e nas outras semanas tem EDM x TOR, DAL x MTL, NAS x DAL (esses sempre à meia-noite). Não importa se a gente ainda não está lá, assistam esses jogos ou pelo menos deixem a TV ligada enquanto dorme, todo pontinho no IBOPE(?) vale alguma coisa. Os jogos estarão tanto na ESPN Internacional quanto no HD.

E se os jogos continuarem de terça, só vamos ter Wings em janeiro. Claro que não dá pra saber se vão escolher esses jogos, mas dia 4 vamos até Los Angeles e dia 18 visitamos os Penguins (esse a ESPN tem que mostrar).

Já está confirmada a transmissão do Jogo das Estrelas, dia 30 de janeiro. Infelizmente vai ter uns cinco Wings ali.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Wings e ESPN

É só a gente sair da redação do blog por uns três anos que o Calciolari faz a festa e nos deixa na mão...

Dia desses os Red Wings ganharam do San Jose Sharks por 5-3, com dois gols e quatro pontos de Henrik Zetterberg, o nome do jogo.

Foi o primeiro de três jogos seguidos fora de casa. Os outros dois serão consecutivos, contra Anaheim na sexta e Los Angeles no sábado.

O jogo contra os Kings marcará o retorno de Chris Osgood, já devidamente curado de sua contusão.

Mas a notícia do dia, da semana, do mês, do ano, da década e do século é o retorno da NHL às telas da ESPN. E não é a ESPN americana não, é a brasileira mesmo.

Na semana que vem, já teremos jogos transmitidos para o Brasil, segundo o Everaldo Marques, narrador da emissora.

NHL no Brasil, porra! :)