Contagem regressiva para a Copa.

 Contagem regressiva para a Copa.

quinta-feira, 31 de março de 2011

A frase

Nós temos que nos encontrar novamente
Henrik Zetterberg, depois da derrota do Detroit Red Wings para o St. Louis Blues por 10-3.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Esquece o placar

Palavras, cadê... Tem o que falar? Sério, 10-3 a favor dos Blues, tem o que falar?

Depois da derrota frente aos Blackhawks segunda-feira, Henrik Zetterberg tinha isso a dizer: "Nós jogamos bem quando estamos motivados para jogar. As pessoas dizem que não existe um 'interruptor', mas eu já vi, está ali". Interruptor, a chave que fãs de Chris Osgood adoram louvar, aquele pontapé que acorda o jogador ou o time na pós-temporada.

E aí, Zetterberg, cadê o interruptor? Faltam seis jogos para os playoffs. Está na hora, não?

Sim, poderíamos dizer que todo time tem uam noite ruim, que essas coisas acontecem e devemos seguir a vida. Mas sabemos que não é assim. Sabemos que esse time já teve dez ou quinze noites em que mereceu levar dez ou quinze gols. Não foi um jogo ruim, foi mais uma partida num padrão apático que dura duas temporadas, em que só não levamos essas cacetadas homéricas porque no gol tinha um James ou um Joe Mac jogando muito bem, melhor do que o esquema defensivo merece.

Tem hora que desculpas não funcionam. Não adianta falar que estão se guardando para os playoffs, ou que as lesões atrapalham, ou que foi azar. Desculpas atrás de desculpas, explicações atrás de explicações, e atituda que é bom, nada. Alguém sabe me dizer quem se esforçou de verdade ao longo da temporada, além dos caras das camisas 5, 8, 17, 20 e 43?

Na entrevista pós-jogo, Mike Babcock não parecia o mesmo. Em vez de bravo, parecia cansado. Um homem perdido. Se fosse futebol, diríamos que o time quer queimar o treinador. Babcock não sabia o que dizer, e eu também não sei.

Até mais.

terça-feira, 29 de março de 2011

Bertuzzi, McCollum, Nyquist e Emmerton

Algumas notas sobre alguns jogadores em algumas linhas em algum blog (nesse aqui):

  • Todd Bertuzzi não foi suspenso pelo tranco de ontem. Acho que ele podia ter pegado um jogo de gancho, mas considerando que ele foi expulso aos 5 minutos de jogo até que dá para entender. Mesmo assim, não achei que ele fosse passar ileso pela loteria de Colin Campbell, principalmente por seu passado (ainda que o jogador não seja considerado reincidente, pois o período para tanto é de 18 meses).
  • O goleiro reserva ontem foi Thomas McCollum, a primeira escolha Red Winga no recrutamento de 2008. McCollum começou a temporada em Grand Rapids, mas não atuou muito bem e foi enviado para o time afiliado de Detroit na ECHL, o Toledo Walleye. Lá o goleiro voltou a jogar bem, recolocando a equipe na briga por uma vaga nos playoffs. McCollum tem 21, ainda jovem para os padrões Red Wings de prospectos. A convocação para ontem foi basicamente para inflar o ego do garoto, que na próxima temporada deve voltar aos Griffins.
  • O prospecto Gustav Nyquist, recrutado na 4ª rodada de 2008, está mais uma vez entre os dez indicados ao prêmio Hobey Baker, dado ao melhor jogador no hóquei universitário. Como recompensa, o atacante de 21 anos ganhou um contrato com os Red Wings, de três anos de duração.
  • Outro que está com contrato novo é Cory Emmerton, eterna promessa que fez sua estréia na NHL em janeiro, fazendo um gol em sua primeira partida. O contrato também é de três anos, e apenas no primeiro ano ele vai receber menos dinheiro quando estiver na AHL. A situação é parecida com a de Mattias Ritola no começo desta temporada, já que Emmerton deverá passar pela Desistência se não for começar a próxima temporada no time principal.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Detroit 2-3 Chicago (OT)

Americanos dizem que empatar um jogo é como beijar a irmã. Entendo, empates são sem graça e dão aquela sensação de lutar tanto por nada. Mas tem horas que sinto falta de empates, o jogo desta noite foi um exemplo. Resumindo, nenhum time mereceu perder esse jogo.

41 chutes de Chicago, 35 de Detroit. 38 defesas de Joey MacDonald, que hoje é um reserva muito (muito) melhor do que o enfermo Chris Osgood pode ser. Nesse exato momento os Wings estão em 2º lugar, e os Blackhawks em 7º, ou seja, essa seria a primeira rodada dos playoffs. Uau.

Falando sério, tirei muito sarro de Chicago por não saber lidar com o teto salarial (por sinal, vão ter problemas de novo nas próximas férias), e o time deles realmente não tem profundidade, o que os atrapalha ao longo da temporada. Mas cada jogo é um jogo, e todo mundo na NHL joga melhor quando enfrenta Detroit, por isso que esses dois times fazem grandes jogos sempre que se encontram.

Além de MacDonald, dois outros nomes estarão presentes nos comentários desse jogo: Darren Helm e Todd Bertuzzi. Helm pela marcação implacável, inclusive forçando Chicago a cometer um icing enquanto estavam em vantagem numérica.

Já Bertuzzi numa nota não tão legal, tendo sido expulso do jogo ainda no primeiro período. O Tuzzi acertou a cabeça de Ryan Johnson, foi marcada penalidade de cotovelada apesar de atingir o adversário com o braço (ou axila, sei lá). De qualquer forma, é um lance que nunca quero ver sendo feito por alguém de camisa vermelha.

Logo vão começar a pedir pra que ele seja suspenso, o que eu acharia exagero (seria baseado principalmente na história do Steve Moore, claro). O lance de Moore foi isolado em sua carreira, e hoje não foi tão feio (apesar de ter sido feio, um tranco com o braço levantado e os pés fora do gelo). Após o jogo, Bertuzzi foi ao vestiário dos Blackhawks para se desculpar com Johnson.

Proximo jogo quarta-feira contra Nashville, provavelmente com a volta de Jim Howard (que acho que poderia descansar um pouco mais).

domingo, 27 de março de 2011

Sobre a contusão de Howard

A contusão de Jimmy Howard me deixou irritado. Como é que os jogadores dos Red Wings permitem que um atacante adversário patine em direção ao goleiro e o derrube?

Caramba, é preciso proteger seu goleiro. Ele tem que ser intocável. Os Wings precisam urgentemente de uma dose do "espírito de Chris Chelios" na veia.

Para quem não entendeu, veja este vídeo, que explica tudo. Chelios, à época, justificou o feito: "Eu preciso proteger Dominik Hasek".

James Howard machucou o ombro

Certas notícias merecem ser colocadas logo no título da postagem ("goleiro titular machucado", "[X] ganha a eleição", "estou grávida"). Especialmente quando eu já sei que esse vai ser daqueles textos que deveriam ser curtos mas vou encontrar um jeito de alongar essa bagaça.

Começando pela coisa boa, finalmente ganhamos um jogo em casa, contra os Maple Leaves, por 4-2 (gols de Zetterberg, Holmstrom, Hudler e Bertuzzi). Pronto, acabou a coisa boa.

Vejam esse lance, na pré-temporada, contra os Rangers. Rafalski chuta, Holmstrom atrapalha o goleiro, gol. Até os juízes falarem que Homer interferiu com o goleiro. Ou esse, contra os Stars. Ou contra os Patos, ou contra Denver, ou contra os Stars de novo ou contra os Stars (!!!) mais uma vez, ou contra os Predators.

Agora vejam o lance em que Howard se machucou. Isso é piada, né? Holmtrom respira perto do goleiro, é interferência. Joffrey Lupul pode cair em cima do ombro do goleiro, chutar enquanto está lá deitado, e é gol. Gol dos Leaves, Howard fora. O único jeito disso ficar mais engraçado seria se o cara sentado no Howard fosse o Matt Cooke.

Felizmente (isso foi só pra ver se vocês iam ler tudo ou se já tinham se jogado da janela depois do título), parece que não foi nada sério. Ou pelo menos é o que disse Ken Holland, um cara em que confio mas não acredito. Howard não deve jogar segunda-feira, e Jordan Pearce deve ser chamado de Grand Rapids para ser reserva de Joey MacDonald. Por sinal, Chris Osgood (lembra dele?) teve mais uma recaída e ninguém sabe quando (ou se) volta.

Com essa vitória, os Wings continuam na segunda posição da conferência, tecnicamente empatados com os Sharks (levamos vantagem nos critérios de desempate). Se os playoffs começassem hoje (faltam 18 dias, preparem a camisa-de-força), enfrentaríamos os Patos na primeira rodada (se os playoffs começassem hoje, contra os Patos e sem Howard, estaríamos ferrados).

sexta-feira, 25 de março de 2011

Não há lugar (tão ruim) como nosso lar

Detroit Red Wings em casa. Outubro, quatro vitórias e duas derrotas (uma delas na prorrogação). Novembro, seis vitórias e uma derrota na prorrogação. 26 pontos disputados, 22 ganhos, 84,6% de aproveitamento. Maravilha, Alberto.

Dezembro, três vitórias e cinco derrotas (duas na prorrogação). Janeiro, duas vitórias e duas derrotas. Fevereiro, duas vitórias e quatro derrotas. Março, duas vitórias e três derrotas (uma na prorrogação). 46 pontos disputados, 22 ganhos, 45,6% de aproveitamento. WTF?

Detroit é o melhor time da liga fora de casa, e o 17º como anfitrião. Ano passado, um ano bizarro, Detroit foi o 8º melhor em casa. Em 2008-09, 4º. Em 2007-08 e 2006-07, o melhor. Em 2005-06, o 5º. E em 2004-05 o duende maldito nos roubou um ano de Nick Lidstrom.

Repetindo, desde o locaute estamos entre os cinco melhores mandantes, e nos dois últimos anos ficamos em oitavo e décimo-sétimo. Décimo-fucking-sétimo. Cinco dos últimos oito jogos nesta temporada serão em casa. Estamos em 2º lugar na conferência, praticamente empatados com o 3º colocado San Jose Sharks. Alguém confia? Sinceramente, alguém consegue confiar nesse time? Para os mais pessimistas, a vantagem para os Blackhawks, segundo lugar na Divisão Central, é de apenas sete pontos, e eles farão um jogo a mais. Nessa temporada que parecia resolvida já em novembro, os três jogos restantes entre as equipes podem decidir o título da divisão, com o último jogo da temporada sendo realizado em Chicago, dia 10 de abril.

Se os Wings conseguirem a façanha de entregar o 3º lugar para os índios, ficamos em 4º ou 5º. Eu sei que todos vocês pensaram "se terminarmos em 5º jogamos fora de casa na primeira rodada". Eu também pensei.

terça-feira, 22 de março de 2011

Tá chegando

Eu adoro a pós-temporada, tempo de polvos e barbas e agulhadas. Eu odeio a pós-temporada, tempo de prorrogações e lesões e zebras mal-intencionadas. Só faltam 10 jogos, está na hora de começar a se preocupar.

Sim, se preocupar, porque qualquer um que se sinta confiante esse ano é um mentiroso de mão cheia. Assim como temporada passada, os Wings foram um time meia-boca por toda a temporada exceto um mês (o último do ano passado, o primeiro desse mês), quando rasgaram a tabela e garantiram a classificação.

Dá medo de pensar nas possibilidades de confronto nos playoffs. Na primeira rodada podem vir os Predators, os Stars ou os Kings (ou mais meio mundo), times que vem constantemente ganhando de Detroit. Numa segunda rodada, o adversário pode ser San Jose, que ganham de nós toda semana.

Apesar de saber que nosso time é experiente, e de nunca duvidar de Lidstrom, Datsyuk e Zetterberg, alguém vai confiar num time que tem só dois jogadores realmente consistentes (Lidstrom e Helm?), com boas opções que muitas vezes decidem sumir por duas semanas (Franzén, Bertuzzi, Cleary, Hudler, todo mundo...)?

Ontem Detroit perdeu por Pittsburgh, 5-4 nos pênaltis. Chegamos a estar perdendo por 4-0 antes de fazer quatro gols seguidos para levar o jogo ao tempo extra, mas aí faltou perna. Por jogos assim que não confiamos em ninguém, como saber se virá o time do 1º ou do 3º período quando chegarmos em abril?

(estou pessimista hoje. amanhã podemos jogar sem Datsyuk, Franzén, Bertuzzi e Hudler, com Jan Mursak vindo de Grand Rapids. os caras podem estar só descansando, mas essa lesão do Datsyuk tá ficando esquisita)

segunda-feira, 21 de março de 2011

A torcida mais FIEL!




"A lealdade é um dos pilares que sustentam o real valor do homem."

Michael Scott


Caros correligionários, após meses de um ostracismo benéfico para esse inexpugnável blog retorno para despejar verdades.

Começo parabenizando a todos os torcedores do maior time de hóquei do mundo. Todos aqui já sabiam, mas é bom ver os forasteiros ajoelhando perante A Organização. Temos a torcida mais leal da NHL segundo a Brand Keys Inc., uma empresa lá de NY . Essa apurada e mundialmente impactante pesquisa já chegou às mesas de botecos de todo o hemisfério norte, causando inveja alheia. Confira a lista das cinco torcidas mais leais:

NATIONAL HOCKEY LEAGUE

1. Detroit Red Wings

2. Philadelphia Flyers

3. San Jose Sharks

4. Vancouver Canucks

4. Boston Bruins

Considerando que os Red Wings foram eleitos por vários meios de comunicações como a equipe mais bem sucedida da última década e que Nicklas Lidström foi também coroado como melhor atleta da liga no mesmo período até mesmo pela bairrista The Hockey News, é fácil entender porque muitos estão cometendo autoflagelação .

Aqui no Brasil aos poucos a notícia está sendo difundida e provavelmente muitos criticarão o resultado. Mas tem culpa eu (?) se um condenado resolve torcer para um time só porque o mesmo possui um pé grande no uniforme ou porque o Iceburgh lutou com o João Cláudio Van Damme em algum filme meia boca dos anos 90?

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Wings enfrentam os Bettman boys(?) hoje!

Enquanto uns são destaques pela excelência outros continuam percorrendo caminho da malevolência e sujam o nome do hóquei ao praticar selvagerias desnecessárias. Falo, é claro, dos Penguins, o time que representa a comunidade pederasta da liga . Matt Cooke tentou decapitar outro companheiro(?) de trabalho ontem. O cotovelaço é assunto de nove entre dez torcedores de hóquei nessa tarde devido à maldade do jagunço.

Há poucos dias vimos Mario Lemieux dizendo que o mundo é feio e bobo devido a tanta violência. Hipocrisia pura vindo do mandatário do time com mais penalidades majors, antidesportivas e PIM na temporada. Lemieux assina o cheque do descerebrado que usa o A no peito.

Já prevendo que os Pens jogarão sujo e não serão punidos, os Red Wings devem manter de fora do prélio Pavel Datsyuk, Johan Franzen e Jiri Hudler. Atitude correta já que a classificação para a pos-temporada é questão de poucas vitórias.

O Novorizontino da Pensilvânia costuma ir atrás de atletas machucados no gelo – como naquele asqueroso episódio onde um dos meliantes atingiu o tornozelo (?) de Pavel Datsyuk nas finais de 2009.

Mesmo com os desfalques em nosso esquadrão, apenas uma zebra de proporções bíblicas impedirá uma vitória alvirrubra hoje.

O cortejo será às 19h30min hora de Detroit-MI e Rio Branco, AC; 20:30 de Floriano-PI.

Joe Louis Arena, Detroit (Michigan)

Gatunos: Chris Lee (#28) e Kevin Pollock (#33)
Gatunos de linha: Scott Driscoll (68) e Darren Gibbs (#66)

RED WINGS:

Daniel Cleary Henrik Zetterberg Todd Bertuzzi
Patrick Eaves Valtteri Filppula Tomas Holmstrom
Drew Miller Mike Modano Justin Abdelkader
Kris Draper Darren Helm

Nicklas Lidstrom Brad Stuart
Niklas Kronwall Jonathan Ericsson
Jakub Kindl Brian Rafalski
Ruslan Salei

Jimmy Howard












PENGUINS:




quinta-feira, 17 de março de 2011

Detroit 2-0 Columbus

Sabe aqueles jogos que a gente não quer ganhar? Aqueles que nem faz diferença se o terceiro goleiro conseguiu um shutout com 37 defesas (fora o baile)?

Pavel Datsyuk leva um tranco do assustador Rick Nash (se esse cara jogasse num time bom os Wings estariam fritos), sai do jogo e ninguém sabe se foi a perna, o corpo, ou a mão que amorteceu a pancada nas bordas. Depois atualizamos o estado do central. (parece que foi a perna, pode ter torcido o tornozelo)

Na defesa o susto é por conta de Brian Rafalski, que parece que não quer ficar saudável. Num lance totalmente acidental, algum Jaqueta Azul caiu em cima de Rafalski e o defensor foi ao chão imediatamente, segurando seu joelho. Foi a segunda partida de Rafalski após ficar de fora por oito jogos. Veremos.

No placar, gols de Drew Miller e Valtteri Filppula. Jorge Hudler não jogou com uma gripe, e a defesa continua sem o pai Ruslan Salei (que não está fazendo tanta falta, apesar do Jonathan Ericsson ser nojento).

Próximo jogo sábado contra os Predators.

Detroit 3-2 Washington

A imprensa adora falar que qualquer confronto entre times de diferentes conferências pode ser uma prévia da final da Copa Stanley. Posto isto, bem que Wings e Caps pode ter sido uma prévia da final da Copa Stanley.

Brian Rafalski voltou ao time após dores nas costas, e teve três assistências e nenhuma besteira. Esperem até semana que vem e a gente conversa. Na melhor moda Red Winga, Jonathan Ericsson saiu do gelo por alguns instantes após levar uma pancada no joelho, mas voltou em seguida.

James Howard pegou 26 de 28 chutes, com alguns milagres no fim quando o time entrou no modo "estou ganhando no fim do jogo e vou parar de tentar jogar" de sempre. Henrik Zetterberg voltou a marcar depois de nove partidas em branco, e quebrou a má fase com dois gols, o segundo num belo chute e com ajuda do goleiro adversário. Valtteri Filppula marcou o outro dos vermelhos.

A liga me deu mais motivos para xingá-la com a tabele desta semana. Depois de jogos na sexta e no sábado, os Wings tiveram três dias de folga antes de jogar quarta e quita-feira. Amanhã é a vez dos Blue Jackets.

sábado, 12 de março de 2011

Detroit 2-1 Edmonton (OT)

Jogo horrível. Se fosse nos playoffs, um time assim seria eliminado feio na primeira fase. Mas se fosse nos playoffs, detalhes decidiriam a partida...

Podem ser detalhes como o gol sofrido por James Howard, um frango de enormes proporções mas que, como já perceberam pelo nome do arqueiro, foi a única falha numa noite brilhante do rapaz.

Também pode ser o detalhe de 25 segundos. Basicamente, os Red Wings decidiram que não valia a pena se esforçar muito para ganhar de um dos piores times da liga (como aliás, não se esforçam faz tempo). Mas Detroit é abençoado pelos deuses do gelo (não me refiro a Darren Helm), e depois de não fazer nada por 58 minutos contou com a sorte ao fazer um gol esquisitaço para empatar o jogo com 25 segundos para o fim do 3º período.

E se era para detonar o time pela péssima atuação, o gol de Pavel Datsyuk na prorrogação só serviu para fazer a torcida esquecer os momentos ruins. Depois de um gol daquele, de uma virada dessas, quem vai se importar com o jogo ruim, mais um depois de tantos?

Os deuses do gelo estão do lado de Detroit. Ano passado, no H2H, vitória por 6-2 sobre Minnesota. No dia seguinte, num jogaço de goleiros, 1-0 sobre os Predators. E dessa vez, no H2H2, uma vitória nada merecida dentro do rinque. Quem sabe a vitória tenha sido para celebrar a incrível marca de US$14 mil levantados pelos torcedores este ano. Os deuses do gelo estão com Detroit, e gostam de ajudar as crianças.

Tem hora que só isso importa. (mas que o jogo foi horrível, foi)

sexta-feira, 11 de março de 2011

!

Depois do carnaval mais doente que já passei (de resfriado a virose tive de tudo, passando por náusea e chegando no atual estado vegetativo), finalmente xingo os Wings por perderem aquele jogo contra Phoenix depois de uma vantagem de três gols.

E xingo os Wings por perderem em casa para os Kings.

E xingo as esposas dos jogadores, já que agora é Ruslan Salei que está com a mulher prenha. Brad Stuart não treinou ontem, então se bobear teremos uma defesa com Kindl, Ericsson e Doug Janik.

O carnaval hoje à noite é em Detroit, com o segundo encontro do H2H, sem o primeiro "agá" desta vez. Partida contra os patéticos Oilers, jogo que os Wings adoram entregar.

Se Detroit quiser, ganha isso. Se não quiser, que vá se ferrar. Alguém me empresta um buscopan?

sábado, 5 de março de 2011

Ainda viajando

Em ótima fase fora de casa (eram 7 vitórias seguidas, antes de uma derrota na prorrogação), os Wings enfrentaram os Sharks, em ótima fase em casa, e perderam. Não me preocupo muito com isso, foi uma derrota normal, contra um bom time em sua arena e estávamos com o goleiro reserva.

Já neste sábado o jogo é contra os Coyotes, 22hs de Brasília, e Detroit vai ao gelo um pouco diferente. As linhas:

Datsyuk-Zetterberg-Holmstrom
Cleary-Modano-Bertuzzi
Hudler-Filppula-Franzén
Miller-Helm-Abdelkader

Lidstrom-Stuart, Kronwall-Ericsson, Kindl-Salei

Com várias mudanças (pelo menos no começo), vamos poder acompanhar o Circo Voador depois de bastante tempo. Interessante notar Modano na 2ª linha, com o quase-sempre-decepcionante Valtteri Filppula na 3ª. Claro, a segunda e a terceira linha são intercambiáveis, e essa é uma baita 3ª unidade, mas é um jeito de tentar acordar Johan Frazén, sem gols em 14 jogos seguidos. E vamos ver como Jiri Hudler consegue se sair sem Datsyuk o seu lado.

No gol, James Howard. Que vença o melhor (e nós somos bem melhores).

quinta-feira, 3 de março de 2011

Quack e... e... o som do tubarão

Dum dum, quem sabe?

Ontem (ou hoje, sei lá) os patos ganharam por 2-1, na prorrogação, num gol no pênalti mais mal marcado desde a copa de 1946. Ruslan Salei é ruim, mas não tão ruim. E James Howard merecia mais nessa noite.

Já para a partida dessa noite manhã madrugada o goleiro titular será Joey MacDonald, então veremos no que vai dar. Os Red Wings tem uma ótima campanha fora de casa, mas os Sharks são difíceis de se bater em São Jose.

Não sabemos quem estará na defesa, Brian Rafalski é dúvida e a esposa de Salei pode espirrar mais um filho a qualquer momento (quantas vezes nessa temporada já tivemos jogadores "grávidos"? tá ficando bizarro).

Vai Joey Mac, eu confio em você (mentira).

quarta-feira, 2 de março de 2011

Sem surpresas

Nenhuma surpresa com a vitória sobre Los Angeles na segunda-feira. Foi a sétima vitória seguida dos Red Wings longe de Detroit, o que é uma benção visto o pífio desempenho em casa. Uma leve surpresa pode ter ficado por conta de Jim Howard e Jonathan Quick, protagonistas de uma das melhores batalhas de goleiros dos últimos anos, que dessa vez deixaram o placar atingir bizarros 7-4 a favor do time vermelho.

E sejam sinceros, alguem fica surpreso com Brian Rafalski sem jogar hoje à noite, pela terceira vez seguida? O que era só um dia sem treinar para descansar as costas já se tornou uma ausência de três partidas, e ainda que Rafalski esteja muito mal defensivamente, não há um torcedor tranquilo ao ver Ericsson e Kindl ao mesmo tempo na escalação.

Sem Rafalski e Johan Franzén, que se tornou pai, Detroit enfrenta hoje os Patos de Anaheim, que estão participando da briga de foice pelo 8º lugar no oeste. Que a boa fase como vistante continue.